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2 de abril de 2017

Supergirl - 1ª temporada (Resenha)

Essa é a primeira vez que eu faço resenha de uma série de TV ou cinema neste blog - e podem crer que vai ser a única. Eu nunca fui fã de séries; sempre preferi filmes e livros. O que me chamou atenção nessa série em específico, contudo, foram as críticas logo que estreou. Mas antes de adentrar nas críticas, vou apresentar a trama:

A série retrata a vida de Kara, uma jovem de 24 anos que trabalha como assistente da presidente e dona de uma grande empresa de jornalismo - a CatCo - e que, paralelamente, tem uma vida oculta como super heroína, uma vez que ela veio de outro planeta, o que lhe garante superpoderes para salvar as pessoas. Na primeira temporada ela ainda é uma heroína em treinamento, contando com ajuda de seus amigos, sua irmã adotiva e por vezes de terceiros. A série retrata ainda seus casinhos amorosos e conflitos familiares.

O que me pareceu muito empolgante foi a forma com que a série retrata que uma mulher muito empenhada e competente em seu trabalho e ao mesmo tempo uma salvadora da humanidade tem suas inseguranças e medos como qualquer outra pessoa. Como uma mulher (é importante frisar que esse série é gravada sob uma ótica estritamente feminina) ela quer sempre ajudar todo mundo o tempo todo, mas isso nem sempre dá certo.

Mas agora voltando às críticas, é de se notar que a série não está apenas sob uma ótica feminina quanto feminista - mas um feminismo em uma dose nada comedida. Primeiramente, essa série inverte os papéis estereotipados da sociedade: as mulheres que são as líderes, bem sucedidas, milionárias, cegas pelas carreira, e os homens que são sedutores, obedientes, vilões sanguinários e troiçoeiros, etc (estou falando de meros estereótipos, não de que isso seja, ou não, a realidade). Mas se fosse apenas essa inversão, seria algo escusável, já que se trata de uma ficção. Sem embargo, como eu li numa crítica intitulada "How Supergirl’s Feminism Misses the Point", a série, a despeito dessa inversão de papéis, é generosamente recheada de jargões e lugares comuns feministas; em vários episódios aparece alguma mulher falando "ah, você está insinuando que eu não posso fazer isso porque sou mulher" - mas geralmente isso se dá em alguma cena ridícula em que a mulher tem uma situação muito superior à da pessoa que critica, o que não faz sentido nenhum.

No mais, de um modo geral, a série não é bem construída. Os personagens e a ideia central da trama são excelentes, e os atores são bons; mas os episódios não conversam entre si, como se cada episódio fosse uma história isolada. Num episódio a chefe está prestes a demitir Kara, no episódio seguinte é sua melhor amiga, e no seguinte a humilha. Além do mais, justamente por essa visão feminina-feminista a emotividade das personagens é absurda; todo mundo em algum momento abre o coração e conta as mágoas, mesmo os vilões, e todo mundo age impulsivamente "por amor", "pelos amigos", "pela família". Em um episódio, a irmã adotiva de Kara quebra sensíveis protocolos de segurança nacional dos EUA para prender um mero suspeito de por em risco sua família (ou seja, o país pode estar em risco, sua irmã não). Sem contar que tem coisas muito destoantes da realidade, que, mesmo se tratando de ficção (que deve ter um mínimo de coerência com a vida comum) não aconteceria num cotidiano comum (veja que não estou falando da parte estritamente fictícia da trama). Um exemplo é o fato de que a irmã adotiva de Kara literalmente desafora um vilão poderoso e milionário e ele simplesmente abaixa a cabeça, e em outro a própria Kara demonstra vulnerabilidade para um inimigo mortal e ele demonstra complacência. Enfim...

É como se fosse um jantar que, apesar da grande proposta e dos bons ingredientes, não foi bem montado e nem bem servido. A ideia é excelente mas apresentada de uma forma que não faz nenhum sentido. Mas nem tudo está perdido: Pelo que tenho acompanhado as críticas, na segunda temporada os diretores passam a fazer parcerias televisivas e trabalham melhor a trama. É uma pena que eu não vou ver a próxima temporada...


14 de fevereiro de 2017

Besteiras


Não sei porque vocês levam tão a sério o que eu escrevo. São apenas pensamentos aleatórios escrevinhados rapidamente, sem revisão, sem pensar duas vezes, sem um critério mais lógico (como este próprio texto). É sério: Não se preocupe e não fique querendo refletir demais sobre "o que eu posso estar querendo dizer", porque tem vezes que nem eu sei. Minha mente é sã e íntegra para todos os efeitos civis (e assim vai continuar por um longo tempo, assim espero), mas nunca espere encontrar no que eu escrevo aqui muita lógica ou coerência. Yes: Don't mind me.

9 de fevereiro de 2017

Eu só queria uma música (Episódio II)


Não é que eu realmente tenha algo concreto a vos contar ou que realmente isso se trata de uma postagem em série como nos blogs convencionais. É que eu gosto muito de música. Demais. Quando trabalho, quando estudo, quando dirijo, tomo banho, como, durmo, quando faço tudo eu ouço música, ou quando não é possível eu sempre tenho uma música na cabeça, como se fosse a música de fundo da cena cotidiana em questão. E dependendo da música eu fico refletindo sobre qual seria a mensagem que o compositor queria passar, o que ele estaria vivenciando no momento em que compôs, e não raro me pego tentando encaixar a música em algum momento da vida, prévio ou futuro. Mesmo que seja um trash metal com vocal gutural pesadíssimo e ininteligível; mesmo que seja música pop comercial ordinária; mesmo que seja uma composição clássica pouco conhecida e integralmente instrumental. Mesmo que seja em inglês, espanhol, francês, italiano, húngaro, lituano, russo, guarani ou mesmo português (contanto que a música me prenda, esteja eu compreendendo o que é cantado ou não). Às vezes eu me pego imaginando ou tentando encontrar uma música que se encaixasse no momento presente, nem que esse momento presente tão trivial quanto encontrar alguém conhecido na rua...
Não tinha nada a acrescentar de qualquer forma, mas fica aqui a minha sugestão de música - que por acaso eu já consegui "encaixar" em diversas situações da vida. Oh, Darling - The Beatles. Me sugira uma música também =)

28 de janeiro de 2017

Escritalhada

Antes de mais nada, as introduções: Miguel Oliveira. Prazer meus caros leitores e Escritalhada (https://area-escritalhada.blogspot.com.br/) é o meu blog.

É muito difícil começar. Todos nós viemos de algum lado. Nascemos, crescemos, começamos de novo a viver em algumas etapas durante a vida.

Construir relações, terminá-las e começar novas.

Escolarmente falando, todos os anos iniciamos um novo ano cheio de desafios até vir a Universidade que complica tudo a cada semestre.

A própria vida não passa senão de um tiro no escuro, pois para ter sucesso em seja o que for, temos de começar em sair da zona de conforto e trabalhar os dias que forem precisos para que funcione. Podemos estar a falar na criação de uma empresa com as nossas próprias mãos.

Há sempre uma primeira vez para tudo. Falando nas relações afetivas, o primeiro beijo, o primeiro inocente e inexperiente namoro, lá para a frente a incerteza do casamento e o desafio do primeiro filho.

Quem fala em ter filhos, fala em escrever e publicar o primeiro livro, pois é um produto vindo de dentro da nossa pessoa.

A vida é feita de começos e todos os dias há algo diferente, esperando que algo se crie.
E assim acabei a primeira leva de “guests posts” neste blog! Foi um começo difícil…

Miguel Oliveira

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Essa postagem, como já mencionado no início, resulta da parceria à la Guest post com o digníssimo blogueiro portuga Miguel Oliveira do blog Escritalhada (daí a temática e nome do post), ao qual eu vos convoco a visitar por ter postagem de minha autoria com o nome deste finíssimo e ilustríssimo blog. Vai lá: https://area-escritalhada.blogspot.com.br/

23 de janeiro de 2017

Eu só queria um café



O mundo está tão cheio de livros mas grande parte deles não te estimula a sair da primeira página. Não nego que há muitos bons livros mas esses devem estar  bem escondidos atrás dos mais caros, com a melhor edição, capa mais pomposa. Os melhores não devem estar em e-book, circulando pela internet, para download em um blog. Não! Não querendo dizer que esses não sejam bons - não sei - mas eu busco algo... Diferente. Algo que não se faça com tanto esmero no século XXI. Um que não tenha vocabulário lugar-comum de best seller. Um que não tenha personagens mesquinhos mas que também não sejam perfeitos. Um que mostre não (só) os altos níveis intelectuais do autor; um que mostrasse uma brechinha da alma do mesmo. É pedir muito? Aquele livro que te prende, te vicia, te faz querer viver para ler as suas páginas antes de mais um gole de café - cadê? Aquele que marca a história, aquele que muda a sua vida. Aquele que te deixe triste quando acaba - não por o final em si ter sido ruim - mas pelo fato de ter chegado a última linha da última página e o encanto acabou. Que droga. E quando esse acaba, será que eu vou encontrar outro? Bem... Não sei se é a minha mente lunática, mas eu vou atrás de outro bom livro para ler como se fosse o último da minha vida. Mais um café, por favor.


Publicado originalmente em 15/08/2011.

14 de janeiro de 2017

Tempestade e Ímpeto


Para uma grande amante de literatura como eu, esse movimento literário alemão do século XVIII - sturm und drang - é um delírio, em vários sentidos. Pois veja que a sua proposta é justamente algo impraticável: a abdicação da razão em prol dos sentimentos, ora sentimentos puros e ingênuos, ora sentimentos maiores e nobres, e não raro sentimentos mesquinhos e torpes. Tudo depende da ótica. Mas o que eu mais gosto é do romance - e por romance eu quero dizer história de amor - da época: caracterizado por um sofrimento e angústia extremos, geralmente fadadas à morte. O amor parece um erro, um pecado, um crime capital. Mas, de qualquer forma, essas visões romantizadas, puritanas e fantasistas são interessantes justamente quando entrechocadas com a realidade - a nossa realidade do século XXI e a realidade dos próprios autores, de quatro séculos atrás, posto que o mundo nunca foi tão assim bonitinho. Amor, ah, o amor. É interessante como fenômeno social, mas como questão rotineira e pessoal você se pergunta se realmente existe. Repare que nunca dá pra falar em sentimentos no aspecto social sem se relacionar com milhares de estigmas e dogmas e comportamentos socialmente esperados. Não seria, então, apenas um instinto humano de afeto, que pode se relacionar de milhares de formas - muito além do amor romântico? Eu não sei mais. Uma hora a gente fica descrente e até indiferente, apática. Não querendo mais saber dessas mentiras moralizantes que nos contaram por séculos. Dizem que amor é expressado nas famílias, mas o que eu mais vejo é famílias inteiras brigando selvagemente. E, por outro lado, o amor ao trabalho, ao conhecimento, à natureza e a qualquer outra coisa que não seres humanos me parece muito mais puro e tenro. Na verdade, eu não sei o que é o amor. Ninguém sabe. É interessante vê-lo trabalhado na concepção artística de movimentos literários, mas na essência ninguém capta, ninguém explica. Pois veja: afora as tempestades e os ímpetos, a nobreza de espírito, o egoísmo e os instintos humanos, o que é o amor?

28 de dezembro de 2016

Bom humor


Sabe, essas festas de fim de ano não interessam para mim. São apenas datas que os religiosos comemoram e eu vou no embalo para me juntar à minha família. Ademais, a passagem do ano para mim só conta quando eu efetivamente conto mais um ano de vida - e não pelo calendário tradicional. Mas tudo bem. Em vez de criticar, melhor encarar a vida com mais serenidade. Trocar o rígido senso crítico por uma rara brandura. Austeridade por doçura - parecendo até o título de algum daqueles trágicos romances da Jane Austen. Pois se não podemos mudar o mundo, o que nos resta é tirar sarro dele, divertir-se com a nossa inteligência, não sem um toque de humanismo e sensibilidade. Pois o que eu desejo a todos a quem realmente essas datas de fim de ano importa é isso: o melhor humor do mundo.
E que venha 2017. =D

26 de dezembro de 2016

Verão


Nós aqui no hemisfério Sul não temos como cultura contar a passagem do tempo pela passagem das estações, como o fazem outros países, a despeito de, ironicamente, a passagem das estações ser muito mais visível num país de céu azul e límpido como o Brasil (ao menos ainda é assim; vamos cuidar para que continue nos próximos séculos, combinado?). De qualquer forma, é certo que a passagem das estações influencia diretamente no nosso humor. O verão, por exemplo, dizem que trás o bom humor, tanto por fatores psicológicos como físicos - o clima que permite maior contato com ambientes abertos e a natureza, o que nos trás a sensação de paz e o bom humor, etc. Assim o verão, geralmente época de férias, também é uma época muito produtiva e saudável. Mesmo quando a temperatura gera a níveis alarmantes como acontece em algumas regiões, o nosso humor tende a permanecer estável e alegre. Interessante notar, pois, que a chegada verão é muito próxima da virada do ano. Parece que a natureza vem a nos instigar a termos um humor melhor no próximo ano. Vem a querer que o nosso ânimo de viver ferva assim como fervem os termômetros. Então, aos meus estimados internautas desejo boas festas e que tenhamos um verão incrível. :D

14 de dezembro de 2016

Não uso papel


]Depois de uma graduação inteira a gente vê quanto papel foi utilizado à toa. Milhares de cópias que nos mandaram imprimir e no fim não foram utilizadas, seja para simples leitura obrigatória, seja para trabalhos, para folhas pautadas, para atividades, transcrição de conteúdo parcial, et cetera. Ademais, durante a vida inteira vi gente jogando fora várias folhas de caderno por um simples erro ao escrever. Isso sem contar as dezenas de agendas que foram compradas mas nunca usadas (ou utilizadas apenas nos dois primeiros meses do ano), as dezenas de post-its que foram utilizadas mais para enfeitar e brincar do que para realmente atingir a sua finalidade, as várias folhas de papel almaço que as pessoas pegam direto da impressora sob o pretexto de ser usada para rasuras e no final não são utilizadas nem 1/3. Para mim chega. Sempre detestei imprimir de qualquer forma, e nos últimos tempos venho transitando de anotações em pequenos papeis para anotações em meio digital, e o mesmo tenho feito para estudar e escrever. Sem tanto papel a gente evita muita bagunça e muita poluição visual. Sem contar que isso é mil vezes mais ecologicamente correto. Menos poluição, menos bagunça, mais espaço. O mesmo eu tento fazer, ao máximo possível, com o plástico - outro ítem altamente descartável que só polui e causa entulho. Pois se dependesse de mim, nunca mais se utilizaria papel.

27 de novembro de 2016

Estrelas


Distante. Como quando eu ouvia de você, observava-te ao longe, e você nem fazia ideia da minha existência. Estamos tão próximos quanto estrelas de galáxias de universos diversos. Eu, humana, trouxa e sentimental, vulnerável e mortal; você, viajando a mil anos-luz, entre a poeira estrelar que segue o impulso das últimas explosões siderais, indiferente e frio. Mas eu vou parar de olhar para o céu. Estou encerrando a sua participação na minha vida, da mesma forma que a Terra já não é um planeta próximo das suas órbitas. Outro planeta, algum satélite, estrela ou universo - já não sei mais onde eu vi de relance o seu último flash, mais rápido que a luz. Acho que está ainda mais distante, mas não quero saber. O céu fechou, a chuva caiu e o meu horizonte se reduziu a um estreito círculo, onde não existe nada que eu não possa ver. E com efeito, você não existe mais.

27 de outubro de 2016

Reforma



Pois bem, admiráveis internautas. Infelizmente eu não tenho o feedback todo expresso em comentários que eu gostaria, mas eu vou propor algumas mudanças aqui nesse espaço virtual, que algumas pessoas já vinham sugerindo ou eu já tinha visto como recomendável em algum lugar ou outro. Já passou da hora, aliás, de repaginar as ideias. Vamos lá:

- Sim, eu vou mudar de layout - assim que eu tiver tempo para isso (o que está difícil ultimamente); mas aceito sugestões nesse ínterim;

- E sim, vou "responder" a todos os comentários e vou visitar os seus vossos respectivos blgs, só não prometo que farei isso imediatamente e nem me comprometo a seguir (e claro, a minha resposta/visita vai ser do mesmo nível que o seu comentário/visita; então se você comentar algo na linha de "oi, legal seu blog, passa lá no meu", a minha resposta será algo como "oi, legal seu blog tb, bjs");

- Não, não pretendo ter um domínio particular do tipo ".com", por mais que eu tenha condições para isso. Sinto que o domínio ".blogspot" é mais amador e é justamente o amadorismo que eu aprecio na blogsfera;

- Quanto a "parcerias", não faço mais isso. Os blogs que eu recomendo aqui na barra da direita são aqueles que eu realmente aprecio e acompanho, sem compromisso com os seus respectivos autores. Posso mudar de ideia futuramente com relação a isso, mas por hora eu não preciso tão urgentemente aumentar o fluxo de visitas.

- Tenho redes sociais e as acesso esporadicamente, mas como eu já disse em alguma postagem anterior, eu evito investir muito tempo nelas. De vez em quando posso até fazer alguma publicidade via instagram/facebook, mas não espere muito fluxo não;

- Faço sim postagens sobre o que me sugerirem, contanto que tenha sugestões; enquanto não tiver vou escrever sobre o que me der na telha e seguirei acreditando que está bom. Tinha até pensado em mudar o estilo de postagem mas por agora não tenho nem ideia de como "mudar" (se é que eu ou qualquer pessoa realmente consegue mudar o seu estilo de escrita).

- Se você tem um blog/site do estilo literário (de resenhas de livros/filmes, de publicações pessoais amadoras ou não, de eventos literários et cetera), deixe um comentário que eu darei especial atenção, pois esse é o tipo de blog que eu mais gosto ♥

Era o que eu tinha para hoje.
Bjs flw vlw tchau.

16 de outubro de 2016

Cansei de ser sociável

Redes sociais definitivamente não são minha praia. Não me faz bem perder tempo com bobagens sensacionalistas amplamente compartilhadas e nem com misérias das vidas alheias. Tenho muito trabalho a fazer, livros a ler, lugares para ir, muita necessidade de malhar, organizar meus armários, planejar aspectos de um futuro imediato, et cetera. Paulatinamente vou excluindo ou abandonando um a um dos aplicativos, cortando a linha de internet da operadora e me abstendo de usar a internet sem fio. Eu quero viver. Sem mais milhares de fotos do "look" do dia, sem mais fotos dos livros (levava mais tempo tirando fotos do que lendo), sem mais fotos de comidas e bebidas, sem mais propagandas me induzindo a consumir. Sem mais nada disso, obrigada. Mudei a senha do facebook para alguma senha gerada automaticamente, imprimi essa senha em um papel, coloquei numa garrafa e atirei para longe: bye bye baby. E de qualquer forma, eu sempre serei a melhor pessoa que você vai encontrar para conversar: sempre bem disposta, mais intelectualizada do que a média (eu realmente leio e não simplesmente compartilho), sou capaz de olhar nos seus olhos durante a conversa como que o tempo todo e lhe ouvir - se é que isso realmente vai lhe importar.

4 de outubro de 2016

Esquecer



Caminhar na rua sentindo apenas o vento, os aromas estranhos do mundo, a irregularidade do chão - e apenas isso - é tudo o que eu queria. Não sentir mais nada a não ser o que os meus sentidos me fornecem imediatamente. E poder desassociar essas sensações de lembranças de momentos e pessoas - esquecendo, inclusive, o meu próprio humanismo. Queria sentir a liberdade da vida, e não a prisão de uma realidade incompreensível. Longe das pessoas, longe de tudo. Esquecendo da própria distância.

9 de setembro de 2016

Escrevinhar



Tá muito frio aqui. Faz anos, aliás, que não vemos um inverno tão rigoroso - e deprimente, posto que além do frio chove constantemente. Minhas mãos doem. Não sei se é o movimento repetitivo cada vez mais constante ou se é o frio que deixa minhas mãos sensíveis. Realmente não sei. Não as descanso, porém; preciso de trabalho árduo, pois sinto como se a minha redação nunca fosse boa o suficiente. Nunca consigo me expressar com toda a clareza e precisão que gostaria; não encontro os termos que procuro intuitivamente, faço delongas desnecessárias, me perco nas minhas próprias palavras. Parece que eu não chego no ponto. Às vezes eu queria ser outra pessoa, ter um alter ego, só para poder fazer uma revisão crítica de mim mesma; poder enxergar as falhas e omissões que eu não vejo, e ver aquilo que poderia ser melhorado. Minha técnica é imperfeita. Faz frio, as pontas e as juntas dos meus dedos indicadores e médios doem, e eu por vezes me levanto e dou voltas pra ver se consigo encontrar a precisão terminológica, o ponto exato. Faz frio, e eu não me canso de escrevinhar.

5 de setembro de 2016

ESTE BLOG TEM OITO ANOS!




Sim, senhoras e senhores!

Depois de sobreviver às mais insanas transições da internet;

Depois de passar por diversas fases da vida de uma autora anônima na internet;

Depois de sair do ar e voltar mil e uma vezes;

Depois de ter sido colocado a venda (e ter recebido sedutoras propostas de compra);

Depois de tudo isso, Antes-de-mais-nada completa seu oitavo ano de existência cibernética, graças ao auxílio de todos vocês!

Muito obrigada por tudo!

E, antes de mais nada, avante!

20 de agosto de 2016

20 FATOS SOBRE MIM!

20  fatos sobre mim!

Pois bem, pessoas da blogsfera. Como prometido na Postagem n. 200, venho aqui trazer 20 fatos sobre mim, em homenagem à minha ducentésima postagem, a partir de perguntas escolhidas aleatoriamente.

Aqui vai:

1 - Você conhece alguma celebridade?

Celebridade no estilo hollywoodiano não, mas já conheci meia dúzia de pessoas famosas ao menos na minha cidade.

2 - Você canta/toca algum instrumento?

Na infância eu fiz aulas de flauta doce e até me saí mais ou menos, mas a flauta ficou na infância mesmo. Hoje em dia eu só canto no chuveiro.

3 - Qual é o seu chocolate favorito?

Gosto dos chocolates artesanais de Canela e Gramado, especialmente aqueles com amendoim.

4 - Você tem alguma fobia estranha?

Eu tenho medo de trânsito e medo de viajar na estrada.

5 - Pegue o livro que você esta lendo, vire a página 23, o que tem na linha 17:

WTF? Não era para ser perguntas sobre mim? Mas, bem, para ser fiel à aleatoriedade das perguntas (que pelo visto eu peguei de fontes pouco sensatas), aqui vai:

"adoecia, o que aconteceu duas ou três vezes nos últi-"

O livro que eu estou a ler - na verdade eu tenho mania de ler uns quatro ou cinco livros de uma vez, fora os livros de trabalho/estudo, sendo que esse eu escolhi simplesmente por ser o que estava mais à mão - é intitulado "Maigret no Tribunal", de Georges Simenon. A obra não é muito boa, mas posso fazer resenha em postagem futura.

6 - Quanto tempo você demora par ficar pronta de manhã?

De manhã, se eu for seguir a minha rotina ordinária, eu devo demorar uns 15 minutos. Se eu tiver algum evento especial que mereça um look mais aprumado eu devo levar entre 30 a 40 minutos, como qualquer pessoa.

7 - Qual é o som que você odeia? Som que você ama?

Hoje em dia eu tento me manter aberta a novos estilos, evitando fazer julgamentos MAS se tem um estilo que eu simplesmente não consigo engolir é o sertanejo - e olha que eu já tentei! Já fui para baladas sertanejas e não consegui, nem bebendo, nem com boas companhias, nem com muito fingimento entrar "na onda da música".

E quanto às músicas/estilo que eu gosto, bem, vejamos: Eu já fui muito metaleira, mas hoje o que eu tenho apreciado mais é música pop.

8 - Qual a música que sempre faz você se sentir feliz quando ouve?

Difícil dizer. Existem centenas de milhões de músicas que vem nos momentos mais aleatórios da nossa vida - isso sem contar o fato de que algo que pode ser felicidade para mim pode ter um sentido totalmente diferente para as outras pessoas.

Então, já que eu me comprometi a me ater às perguntas, uma música que me satisfaz muito, num sentido similar ao da felicidade, quando eu escuto, é Mater Piece de Jessie J.

9 - A "loucura" traz mais criatividade?

Pergunta interessante! Também não tem muita relação com "fatos sobre mim", mas ao menos eu percebo que já fiz postagens sobre esses temas aqui (Brainstorming, Loucura, Obsessão), mas sim, eu acho que a loucura, entendida como a fuga do óbvio e da estrita normalidade, amplia os limites da nossa mente, nos permitindo ver as coisas que de maneira convencional seria impossível. A loucura como busca da criatividade trás até mais felicidade. Aliás, recomendo fortemente a leitura de "Elogio da Loucura", de Erasmo de Roterdã, que li recentemente.

10 - Qual foi a coisa mais louca que você já fez por dinheiro?

Trabalhei muito e economizei. Olha que "loucura".

11 - Qual é a sua rede social favorita?

Não gosto de redes sociais, uso apenas por necessidade de comunicação mesmo. Mas ao meu ver as mais tragáveis, por assim dizer, são o instagram e o twitter.

12 - Três coisas que na sua opinião todo mundo deveria saber.

Parece simples mas a pergunta é complexa. Muito relativo, na verdade, como qualquer pergunta. Mas acho que o essencial para se saber na vida em sociedade, ou mesmo individualmente, é: Respeito, higiene e educação, no sentido amplo.

13 - Quais as vantagens e desvantagens de quando se está solteiro? E de quando se está namorando?

Vantagem de estar namorando? Acho que é ter alguém fixo para tr...

Vantagem de estar solteira? T-O-D-A-S ♥ =D Mas se vocês fizerem questão eu vou listar algumas:

I - Poder conversar com definitivamente quem você quiser sem precisar ficar dando explicações;

II - Fazer o que você quiser, na hora que você quiser, do jeito que você quiser e isso SE você quiser;

III - Conhecer vários pretendentes;

IV - Poder trabalhar mais e estudar mais e guardar mais dinheiro só pra você;

V - E a melhor de todas: Não ter que ficar fazendo a social em casa de famílias alheias, o que inclui a dispensa de se submeter a brincadeirinhas imbecis, neuras de sogras, etiquetas mesquinhas, et cetera et cetera et cetera.

14 - Qual a coisa mais próxima de você que é vermelha?

Novamente não vejo a lógica na pergunta, mas como eu optei por perguntas aleatórias, me sinto obrigada a responder.

A coisa mais próxima de mim que é vermelha é um batom novinho, que eu ainda não usei e veio com milhares de promessas de "efeito glam" e "fundo dourado" que eu espero que seja assim tão eficaz quando eu for para a balada.

15 - Como foi seu último sonho?

HORRÍVEL. Eu sonhei que eu estava em uma competição de corrida em que eu estava perdendo, e na medida em que eu perdia me era tirado o oxigênio.

Nunca foi tão bom acordar.

16 - Qual foi a última mentira que você contou?

"Sinto muito".

17 - Qual foi o último filme que você viu?

"As bicicletas de Belleville", que eu futuramente farei uma resenha aqui neste espaço virtual.

18 - Diga a primeira coisa que vem à mente quando você ouve a palavra "coração":

Músculo estriado cardíaco.

19 - Com o que você não pode sair de casa sem?

Não ficou claro se a pergunta é COM ou SEM, mas, de qualquer forma, não posso sair de casa sem roupa, pois se eu fizer isso eu serei presa.

20 - Qual a sua relação com a última pessoa que te mandou mensagem?

A minha relação com a TIM é saudável, obrigada.

Era o que tinha para hoje, gentes. Agora, para dar continuidade, me conte três fatos sobre você. =D

18 de agosto de 2016

O Criminalista - Vinicius Bittencourt (Resenha)



Pois bem, pessoas da internet. Trago, novamente, uma resenha para agitar esse blog.

O livro de hoje eu recomendaria para todos os aspirantes a juristas com inclinação para a área criminal - principalmente para os homens, porque, não apenas me parece que o autor transmite uma visão eminentemente masculina do mundo (o que não quer dizer sexista) como também demonstra saber separar crua e racionalmente os aspectos afetivos, profissionais e sociais de cada cena - nada mais másculo, ao meu ver.

Por outro lado, eu não recomendaria esse livro para aqueles que não tem uma noção, ainda que breve, do funcionamento do ordenamento jurídico brasileiro, pois não só você pode ficar perdido com o vocabulário específico e por vezes técnico (eis uma infeliz omissão do autor) como também pode ter uma visão muito errada de um profissional criminalista.

Indo para o cerne dessa postagem, preciso tecer algumas considerações sobre a obra. Primeiramente, o enredo é excelente. Ainda mais porque o autor, notadamente, é jurista, não demonstrando grandes aptidões para a literatura comum. Além disso, segue o estilo daqueles tramas policiais americanos, cheios de enigmas e suspenses - mas garanto que mil vezes melhor.

Narra a história de um advogado, veemente estudioso, que constrói sua carreira na estreia de balizantes lacunas na lei, conseguindo, assim, encobrir os crimes mais horrendos e por vezes torná-los impunes.

Se me permitem a crítica, o autor teve sorte quando teceu esse romance. Primeiramente, porque o contexto da publicação original do livro, 1981, é anterior à obrigatoriedade do Exame de Ordem - o que faz toda a diferença, pois o referido Exame filtra os profissionais bons dos ruins, o que supostamente faria diferença para o destaque a mais dos profissionais - assim, o personagem principal, sendo estudioso, se destacou num mundo de profissionais ordinários, não havendo a filtragem da OAB. Além disso, nessa época nós ainda tínhamos uma legislação realmente falha (oriunda de um século de instabilidades e de uma ditadura militar que restringiu muito as atividades legislativas), o acesso ao ensino superior não era tão popularizado e o acesso à justiça era restrito. Em outras palavras, um advogado fodão em 1981 seria um advogado como qualquer outro hoje em dia, pois naquela época eram poucos e hoje são uma legião.

No mais, devo advertir a quem se arriscar a ler que a obra tem aspectos um tanto quanto sensíveis e até mesmo ofensivos à moral vulgar. Junto com outros clássicos jurídicos do tipo "O caso dos exploradores de cavernas", julgo que "O Criminalista" deveria ser de leitura obrigatória nas graduações em direito. Por fim, não recomendo a obra se você espera algo muito rotineiro do mundo jurídico, pois, como eu explanei anteriormente, o enredo se dá numa época muito específica do ordenamento jurídico pátrio.

Nota: 7/10.

17 de agosto de 2016

O Mapa do Tempo - Felix J. Palma (Resenha)



Olá, pessoas da blogsfera. Depois de séculos postando apenas abobrinhas sentimentais, eu volto a trazer uma postagem supostamente útil: Resenha.

Eu tenho uma convicção, não mais tão segura, de que os autores modernos não são lá os melhores. Nos clássicos nós encontramos enredos coerentes, personagens bem construídos, clímax, alegorias, vocabulários ricos e estilos literários dos mais diversos, enquanto que os autores modernos tendem a escrever qualquer bobagem para vender para leitores com pouco senso crítico - o que torna mais difícil encontrar bons livros.

Mas a obra que é objeto desta resenha é uma das raras exceções - acho que uma das três dentre, sei lá, uns duzentos.

O Mapa do Tempo foi um desses livros que eu, como muita gente, comprei em alguma promoção ou feira literária junto com uns outros dez e deixei ali na minha estante, esquecido por anos, até que, aproximando-se o ilustre ano de 2016, eu me propus como meta ler preferencialmente os meus próprios livros em vez de pegar emprestados de amigos e bibliotecas ou baixar da internet (legalmente ou não, f0d4-s3) - e sim, tenho cumprido muito bem essa missão.

Até que eu, realmente descrente da vida e da literatura, depois de terminar um livro péssimo e decepcionante, peguei aleatoriamente um livro na minha estante. E creiam-me, pessoas, que na minha vida os melhores livros são aqueles que nós pegamos aleatoriamente.

Com O Mapa do Tempo, foi emoção da primeira página até a última. Me fez voltar à adolescência, quando eu virava as madrugadas lendo - coisa que hoje não posso fazer por não dispor de tanto tempo assim. É uma trama que captura você, que lhe hipnotiza e seduz. Teve momentos que eu quis gritar, que meu coração ficava disparado como se eu estivesse vendo pessoalmente as tretas que se passavam no livro. O autor faz milhares de reviravoltas, oscila de um cenário para outro e com muita maestria, engana o leitor, ludibria a gente com cenários que outrora pareciam verídicos como também chega a um ponto em que você simplesmente não pode acreditar que algo vai acontecer - e por fim acontece.

Feito o meu apaixonado testemunho, vamos à trama (sem spoilers):

O livro é dividido em duas partes: a primeira, que gira em torno da vida de Andrew Harrington, um jovem rico e de boa família, e sua amada, Marie Kelly, uma prostituta do subúrbio; e a segunda, que se passa em torno da vida de Claire Haggerty, uma jovem muito a frente do seu tempo que também vive uma história de amor, mas narrar essa história, ainda que superficialmente, seria dar um spoiler maldoso. Ambos vivem na cidade de Londres, no ano de 1888; as tramas não se comunicam diretamente entre si, mas o autor, com uma hábil alfaiataria literária, costura ambas as tramas indiretamente com a presença do escritor H. G. Wells - que, ora é personagem secundário, ora é personagem principal; ora só está ali para dar uma ajudinha, ora se compromete por inteiro.

No quesito qualidade literária, acho que o único ponto fraco foi o começo, bem nas primeiras páginas, ser de uma escrita tão comum que dificilmente iria prender um leitor mais crítico que não estivesse bem determinado (como não era o meu caso). Fora isso, me parece que tem um enredo excelente, ainda que muito pitoresco e incomum (no sentido de fantasioso e até mesmo fantástico), tem excelente construção dos personagens e é bem fiel ao cenário londrino do final do século XVIII, mesmo com um toque de ficção. A criatividade do autor suplanta um 90% de todos os outros autores que eu já tenha lido, mesmo aqueles que eu considere os melhores.

Outro aspecto que me cativou foi que o autor se preocupou em humanizar os personagens, não se adstringindo a um odiável moralismo vazio - falha essa que muitos, mas muitos autores e gente que se diz entender de literatura comete. As personagens, das principais até as figurantes, tem evidenciado os seus aspectos bons ou ruins, e todo o sofrimento e trajeto de vida que fizeram-nas se tornar o que são, aceitos ou rejeitados pela sociedade.

Mas como nem tudo que é bom dura para sempre, o livro tem apenas 470 páginas e eu cheguei à última, feliz porque o livro não apenas supriu mas foi além dos meus anseios, como também deprimida, porque acabou. Dada a alta qualidade literária, eu estou muito propensa a buscar outros livros do autor, ou até mesmo reler esse mesmo livro, coisa que eu nunca fiz. É um livro que eu recomendo para absolutamente todas as pessoas que vierem me pedir sugestão de livros, alertando, contudo, que tem cenas um tanto quanto fortes. Sem dúvida, um dos melhores que eu já li em toda a minha vida.

16 de agosto de 2016

Socializar


Às vezes eu me canso e acabo me rendendo àquele típico descaso do último ano da graduação, de que os professores tanto se queixam. As reclamações e sermões se perdem nos ecos, e eu não capto mais... Sempre me dediquei mas agora é uma questão mais de desgaste psicológico do que de descaso. Porque depois de cinco anos você se cansa e não vê a hora de que chegue aquele rito solene de saída da universidade chamado colação de grau... E, por outro lado, eu sinto falta dos amigos que perderam o interesse em mim. Sinto falta de virar a noite dançando e bebendo e tendo doses de coragem que de outra forma não viriam. Sinto falta dessa sociabilidade tênue mas divertida que, talvez por culpa minha, eu perdi. Nunca fui a pessoa mais carismática e sociável mas ao menos com a graduação eu consegui convencer muito bem, convenci quase a mim mesma, e... E agora parece que eu perdi a prática. Tudo bem. De qualquer forma eu não estou em um bom momento para desviar o foco desse batalhão de requisitos finais (que barra!). Não tenho certeza sobre o que acontece depois de formada. As certezas vão até a colação, como a visão limitada à uma luz artificial numa estrada à noite. Mas tudo bem; é o que me cabe por hora. Em breve eu quero voltar a sair todas as noites, enquanto a companhia e o dinheiro durarem, e enquanto as perspectivas de futuro e de obrigações não forem mais pesadas. Em breve.

6 de agosto de 2016

Monografia (Episódio VI)



Não sei se eu estou sempre cansada por hábito ou se eu simplesmente tenho dormido pouco. Minhas mãos - ambas - doem de tanto escrever, de tanto grifar, sublinhar, digitar quase ininterruptamente por horas a fio, desenhar esquematicamente ideias, folhear freneticamente páginas de uma penca de dúzias de textos que eu, agora, já quase decorei as páginas e citações. Minha mesa virou uma profusão de livros completos ou cópias de capítulos, impressões de artigos, leis e julgados avulsos decorados com minúsculas observações, caderninhos e agendas de anotações, dezenas de conjuntos de post-its com formatos e tamanhos diversificados, kits de marcadores florescentes e canetas hidrográficas coloridas, clipes, grampeador, tesoura, cola, borracha, lápis, fita adesiva, canetas-gel metálicas, meu próprio laptop amiúde auxiliado por um tablet (por mais que eu resista muito em me deixar auxiliar por dispositivos eletrônicos que só fazem me distrair) - enfim... Uma verdadeira visão de uma oficina no ápice de sua produtividade. O resultado ainda vai demorar. Ainda vai levar tempo e demandar muito empenho. Mas tudo bem: toda boa obra se faz em etapas; todo bom resultado observa um processo sadio. Por hora, mãos à obra.
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