Mostrando postagens com marcador Universidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Universidade. Mostrar todas as postagens

9 de novembro de 2016

Formatura


'Cause it's a bittersweet symphony, this life
Try to make ends meet
You're a slave to money then you die
I'll take you down the only road I've ever been down
You know the one that takes you to the places 
where all the veins meet yeah, 

Não compreendo o real motivo para celebrar. Cinco anos de graduação que não foram lá os melhores da minha vida, a despeito do que reza a lenda sobra a primeira graduação, muito embora tenha sido uma fase de amadurecimento (não obrigatoriamente decorrente da graduação): aprendi a me disciplinar para estudar, aprendi a diferenciar as pessoas que são legais espontaneamente daquelas que são legais por interesse, além de ter quebrado a cara inúmeras vezes. Ademais, não entendo o que comemorar tendo em vista que, como profissional recém ingressante no mercado, não tenho lá grandes perspectivas de lucro e renda - não de início. Mas tudo bem. Estou no caminho certo, dizem. Vou fingir que ignoro o passado recente e o futuro a curto prazo, e vou buscar diversão, como se a minha formatura fosse terminar como em um filme americano, com bebida de qualidade, boa música e ao vivo, bagunça, canapés para equilibrar o alcoolismo, quem sabe até uma orgia ao final com caras gatos. Ah, e a minha música de entrada vai ser a Bittersweet symphony, essa música que parece ter sido escrita numa fase dessas. I'll take you down to the only I've ever been down...

29 de setembro de 2016

Monografia (Episódio VIII)



Queria descobrir como é cursar engenharia, arquitetura, ciências da computação, física ou matemática, ou qualquer dessas graduações em ciências exatas onde a incidência de homens é gigante. Porque sempre que eu vou à biblioteca da faculdade estudar - e nessa fase tem sido mais frequente - me deparo com dezenas desses graduandos aparentemente fazendo trabalhos em grupos, ou estudando, ou discutindo fórmulas estranhas em voz alta e frequentemente brigando feito piazinhos ranhentos. Justamente pela presença em peso do pessoal de exatas eu tenho que dividir uma mesa ou uma sala de estudos com mais um ou dois, e não raro três outros estudantes com os seus respectivos laptops, e os corredores das prateleiras de livros ficam tão circulados quanto pubs, mesmo no acervo de direito. Agora tem um garoto que pelo que eu noto estuda administração aqui na minha frente, provavelmente tão empenhado no trabalho de conclusão quanto eu. Semana passada tive ao meu lado uma estudante de arquitetura, e eu ri-me de como ela tinha pequenos desenhos de plantas de imóveis no seu trabalho, e ela estranhou-se de ver no meu tantos "julgados". Mas bem. Não poderia ser outro o tema dessa postagem; eu não consigo pensar em outra coisa, a não ser, com intervalos, no resultado do Exame de Ordem. Estou cansada, e acho que não conseguiria redigir sobre outra coisa que não a tese que pretendo defender e todo esse cansaço. E se agora me dão licença, meu orientador chegou.

7 de setembro de 2016

Monografia (Episódio VII)


Prometo que eu já estou quase acabando com essa série. Talvez só mais umas duas ou três doses de desabafos escrevinhados em forma de nota de rodapé e citações (é terrível você ter que fazer traduções e explicações em notas de rodapé, terrível, simplesmente TERRÍVEL), depois que eu terminar de reescrever uma centena de conceitos complexo em um vocabulário impessoal e objetivo, e depois que eu tirar capítulos e acrescentar outros novos, mas antes de eu começar a ensaiar a minha defesa oral e de começar a fazer a errata. Estou quase lá, prometo...

28 de agosto de 2016

Estudar



Tem sido difícil, muito difícil conciliar tudo; sinto que a minha cabeça vai explodir. Estou estressada, preocupada, com medo. Estar prestes a me formar - que é exatamente o que eu mais quis por um bom tempo durante a graduação - agora é apavorante. E por vezes tenho dificuldade em me concentrar; quero sair, tomar um café e conversar. Mas não dá. A pessoa que eu queria não está aqui - ou talvez nem exista. Eu só queria uma dose de endorfina, um gole que seja, nessa avalanche de cortisol. Parece que também não dá, por hora. Estou só. O folhear dos livros, o ruído das teclas, o bulício da caneta que escreve e a minha própria respiração tem sido o único som aqui, ecoando e ricocheteando de volta para mim, por vezes bloqueados por alguma fórmula repetida em voz alta. Estudar é um prazer, um deleite, mas chega uma hora que cansa e se torna uma angústia. Não há escolha, contudo: Tenho muito a fazer. É um encargo denso, mas é o que eu sempre quis, afinal. Enquanto eu inconscientemente, e a despeito do meu parco bom-senso, sinto-me desejosa de ter de volta alguém, eu me lembro que eu só tenho a mim mesma, e o que eu construo para mim - como esse meu início de carreira cuja primeira etapa estou prestes a terminar. De nada adianta ruminar as fraquezas; o que me resta é persistir.

16 de agosto de 2016

Socializar


Às vezes eu me canso e acabo me rendendo àquele típico descaso do último ano da graduação, de que os professores tanto se queixam. As reclamações e sermões se perdem nos ecos, e eu não capto mais... Sempre me dediquei mas agora é uma questão mais de desgaste psicológico do que de descaso. Porque depois de cinco anos você se cansa e não vê a hora de que chegue aquele rito solene de saída da universidade chamado colação de grau... E, por outro lado, eu sinto falta dos amigos que perderam o interesse em mim. Sinto falta de virar a noite dançando e bebendo e tendo doses de coragem que de outra forma não viriam. Sinto falta dessa sociabilidade tênue mas divertida que, talvez por culpa minha, eu perdi. Nunca fui a pessoa mais carismática e sociável mas ao menos com a graduação eu consegui convencer muito bem, convenci quase a mim mesma, e... E agora parece que eu perdi a prática. Tudo bem. De qualquer forma eu não estou em um bom momento para desviar o foco desse batalhão de requisitos finais (que barra!). Não tenho certeza sobre o que acontece depois de formada. As certezas vão até a colação, como a visão limitada à uma luz artificial numa estrada à noite. Mas tudo bem; é o que me cabe por hora. Em breve eu quero voltar a sair todas as noites, enquanto a companhia e o dinheiro durarem, e enquanto as perspectivas de futuro e de obrigações não forem mais pesadas. Em breve.

6 de agosto de 2016

Monografia (Episódio VI)



Não sei se eu estou sempre cansada por hábito ou se eu simplesmente tenho dormido pouco. Minhas mãos - ambas - doem de tanto escrever, de tanto grifar, sublinhar, digitar quase ininterruptamente por horas a fio, desenhar esquematicamente ideias, folhear freneticamente páginas de uma penca de dúzias de textos que eu, agora, já quase decorei as páginas e citações. Minha mesa virou uma profusão de livros completos ou cópias de capítulos, impressões de artigos, leis e julgados avulsos decorados com minúsculas observações, caderninhos e agendas de anotações, dezenas de conjuntos de post-its com formatos e tamanhos diversificados, kits de marcadores florescentes e canetas hidrográficas coloridas, clipes, grampeador, tesoura, cola, borracha, lápis, fita adesiva, canetas-gel metálicas, meu próprio laptop amiúde auxiliado por um tablet (por mais que eu resista muito em me deixar auxiliar por dispositivos eletrônicos que só fazem me distrair) - enfim... Uma verdadeira visão de uma oficina no ápice de sua produtividade. O resultado ainda vai demorar. Ainda vai levar tempo e demandar muito empenho. Mas tudo bem: toda boa obra se faz em etapas; todo bom resultado observa um processo sadio. Por hora, mãos à obra.

4 de julho de 2016

Pressão



Numa disciplina quase militar eu tenho mantido tudo no mais adstrito controle. Ainda que se trate de uma disciplina espartana, agressiva e rude. Veja que eu estou sempre calma, sorrindo, brincando e com uma expressão serena - e eu acredito que isso resulte também da minha absurda disciplina, de não permitir que as coisas explodam, somente implodam. Por fora eu sou amigável e confiante, e por dentro eu luto a cada segundo do dia. E esta tudo bem, eu lido com isso com parcimônia. Pretendo manter essa pressão interna, ainda que por vezes ela chegue a níveis quase intoleráveis; a pressão me equilibra. Pois a pior pressão não é aquela que vem de fora, do mundo, da sociedade; não, é a pressão interna que, por uma soma de fatores variáveis - dentre as quais, obviamente, a pressão externa é a mais influente - que é capaz de fazer você explodir se não souber lidar. E agora eu sei.

28 de junho de 2016

OCUPADA



Lamento muito, não posso agora. Com licença, preciso ir, tenho compromisso - compromissos demais, compromissos sobre compromissos, de modo que eu tenho que filtrar uns em prol dos outros, como se fosse possível priorizar qualquer coisa nesse mundo em que tudo ferve. Mas, bem, agora é sério: Preciso ir. Me liga mais tarde... 

24 de maio de 2016

Monografia (Episódio III)




Graças aos seres mitológicos não me acusaram de plágio por causa dos meus erros ao fazer citações. Estou tão cheia de atribuições que eu mal e mal me lembro do meu próprio nome. Na segunda eu tenho três provas, na terça um teste seletivo, na quarta uma revisão geral, na quinta uma inspeção laboral e na sexta não há qualquer chance de "rolê". No sábado, estágio obrigatório e aulas extras e no domingo eu terei que me enfornar dentro de casa, vegetando de tanto estudar, enquanto provavelmente teremos um lindo dia de sol, meus amigos bebem cerveja na beira da piscina e a família se reúne em volta de um divino tortei. Tenho até medo de ver os comentários do orientador à minha tese; tenho ainda que formatar as minhas ideias de acordo com o que é requerido, e não de acordo com as minhas convicções. Tenho que pensar, desde já, em aprontar meu currículo pro processo seletivo do mestrado, em estudar para o Enade, para o Exame de Ordem, em cumprir, por fim, todas as horas extra-curriculares acadêmicas, ver se eu fiz todos os cursos... E eu volto para aquela parte em que eu não sei ainda porque é que eu estou me submetendo a isso tudo. Pois bem... Graças aos seres mitológicos ainda é terça-feira e eu ainda tenho tempo, tenho que me apressar se eu não quiser perder mais uns prazos. Refletir mais sobre a real necessidade da formatação vai ter que ficar para outra hora.

10 de maio de 2016

10 Pequenos Prazeres Universitários

1 - Descobrir que o professor não fez chamada bem no dia que você resolveu faltar




Aquele dia em que você estava de saco cheio de aula... E talvez o professor também.

2 - Ir bem em uma prova para a qual você não estudou



É conseguir conciliar assuntos complexos que você não aprofundou com outros assuntos que você leu paralelamente.

3 - Quando o professor diz que a prova é com consulta



Claro, depende ainda do tipo de consulta em questão...

4 - Quando chegam na biblioteca livros novinhos e atualizados



Melhor que isso só quando você compra livros novos pra você mesma.

5 - Quando a prova é toda em questões de múltipla escolha



Se bem que depende do nível de complexidade das questões de múltipla escolha...

6 - Quando a professora resolve aplicar qualquer outro método avaliativo que não seja prova




Pelo menos eu prefiro um semestre cheio de seminários e artigos científicos do que ter que ficar decorando centenas de conceitos pra fazer uma prova tradicional.

7 - Revisar a matéria e ver que você entendeu tudo



Aí como eu sou inteligente! ♥

8 - Tirar notas boas




Nada como ver que o seu esforço valeu a pena. 

 9 - Conciliar bem a teoria com a prática




Existe vida além da universidade!

10 - Fazer amigos 


Afinal, são com eles que fazemos essa longa caminhada!

15 de abril de 2016

Monografia (Episódio II)


Eu não pedi para que fosse fácil, eu só pedi para que fosse um pouquinho mais humano, um pouco mais próxima da nossa realidade. Meu orientador quer que eu sature a minha tese com citações em cinquenta idiomas de caras cheios de títulos que disseram isso ou aquilo mas que não corroboram e nem mesmo incrementam em nada; o professor revisor em vez de verificar a forma fica opinando, dizendo que discorda - I'm so sorry mas sua opinião não é relevante. E eu, apesar de todas essas fórmulas estáticas de referência, justificativa, objetivos, et cetera, que deixam o texto sem vida, mantenho a escrita com o meu estilo, junto cada informação com esmero, me esforço acreditando (e insistindo em acreditar) que o resultado será uma pesquisa relevante à sociedade.

4 de abril de 2016

Ariel - José Enrique Rodó (Resenha)

Carregada de brilhantes metáforas, a obra - que oscila entre o gênero puramente literário e a escrita científica - conta a história de um professor (Próspero, como era chamado pelos seus alunos, em homenagem a um mago) que, sentado à sua sala, fala aos seus alunos. 
Ele discorre sobre como esses alunos, jovens e cheios de vigor como são, são o futuro da América Latina; são a força propulsora capaz de mudar o presente e o futuro. 
Assim como a personagem Ariel na obra de Shakespeare, "A Tempestade", representa uma criatura alada, superior às brutalidades terrenas, assim acredita o professor que a juventude, com o vigor do início da vida e com a ânsia pelo conhecimento, com o potencial de se renovar a cada geração, é "o processo evolutivo das sociedades". 
Importante ressaltar que fica subentendido que por juventude, entende-se juventude latinoamericana. 
O autor faz parte do movimento literário conhecido no Brasil como modernismo, mas em sua vertente urugaia, que visa valorizar mais o aspecto regional em despeito das ideias estrangeiras, seguindo, ainda, o antigo ideal bolivariano de uma América Latina unificada. Críticos dizem que essa obra é um reflexo de um "pensamento histórico" em transformação, consideradas as circunstâncias.
Com a espessa alusão à juventude, o autor faz um apelo para que os jovens exerçam mais seu lado humano em detrimento do utilitarismo excessivamente racionalista dos norte-americanos.

—Mientras la muchedumbre pasa, yo observo que, aunque ella no mira el cielo, el cielo la mira. Sobre su masa indiferente y oscura, como tierra del surco, algo desciende de lo alto. La vibración de las estrellas se parece al movimiento de unas manos de sembrador.

31 de março de 2016

Monografia



Então sobrevém todas aquelas questões para você mesma, do gênero:

Porque raios eu fui escolher esse maldito curso?

Porque foi que eu não abandonei enquanto era tempo - porque é que eu, sabendo que o mundo é vasto, que eu sou capaz e as possibilidades são infinitas, cheguei até aqui?

Porque é que eu não me atrevi, não mudei de rumo?

Mas, e agora?

Porque, então, criatura, eu fui escolher um tema tão recente, mas tão recente que só se atreveram a abordá-lo pessoas que, como eu, não sabem bem que rumo tomar?

Porque é que eu fui chamar esse professor, que se acha o PH-deus?

Porque é que eu leio livros e livros, invisto milhões do meu restrito orçamento em cópias, decoro normas técnicas ridículas e métodos e padrões toscos que em realidade não refletem conhecimento nenhum, me submeto a avaliações e revisões que só deturpam as minhas ideias originais, formato um amontoado de informações e chamo aquilo de citação, e ainda digo "amém" pra tudo - porque eu faço isso?

Monografia, como bem sugere o termo, implica numa redação sobre um único assunto - então convenhamos que uma pichação em um muro ou uma receita de bolo podem ser consideradas, da mesma forma, monógrafas. Oh, sociedade, porque não um pouco mais de liberdade no pensamento, nas formas, nas ideias, nas expressões?

Estou aqui a redigir a minha indignação porque eu, justamente, venho perdendo alguns prazos, e o meu orientador me tem martirizado; o coordenador do curso talvez não bote fé em mim (ele pode pensar assim se desconhecer o meu potencial) e a universidade está pouco se lixando para quem vai cumprir no prazo um dos inúmeros protocolos mesquinhos do sistema educacional universiotário.

Ainda vou mudar o mundo com as minhas ideias revolucionárias, mas primeiro eu preciso cumprir algumas obrigações. Por hora, sociedade, deixa eu voltar para a minha tese...

7 de novembro de 2010

Enem 2010 e sua pérolas

Acabou. Fim. O tão comentado ENEM, afinal, não é tudo aquilo que diziam. Na verdade não é nem 10 por cento do que diziam. O exame que eu e mais um punhado de jovensinhos por aí fizemos ontem e hoje estava meio... Sem noção? Não tem termo certo para tal. A provinha sempre recorre ao politicamente correto, o que eu chamo de hipocritamente aceito. Não sei, o cara que elaborou as questões deve ter sérios problemas afetivos; as questões abordavam temas "corretos" como preconceito contra homossexuais e racismo sem que tais fossem necessários para chutar inferir na resposta, sem contar que esse cara devia amar indígenas a ponto de usa-los como enfeite de várias questões. Que decepção, meu primeiro Enem... O porque disso eu não sei, mas eu não vou levar nada como lição e a sociedade só fica mais ridícula depois de uma prova assim. Na boa, na verdade ninguém liga para temas sociais e o Enem só piorou a situação. Segundo o Enem, Tiradentes fez um cover de Jesus, e os tropeiros mudaram o rumo do país com o seu feijão, e é possível tomar vacina contra o despotismo. Deixando de lado as questões: gabarito com erro no enunciado, questões com alternativas repetidas e cheias de impressões digitais (aposto que vazou de novo), tudo isso na prova amarela do primeiro dia que eu tive a sorte de pegar e mais gente reclamou. E o andamento então, ah, revoltante: havia um punhado de regras, que inclusive você se acostuma a elas fazendo simulados, mas na hora H deixam o povo atrasado entrar, usar lápis, borracha, canetinha colorida a gel e com cheiro mesmo que tenham dito que só era permitido o uso de caneta preta transparente, sem contar que tinha gente que levou uma cestinha de lanche e a cada questão comia uma guloseima. Ontem uma guria tinha "esquecido" o celular no bolso, tocou e o fiscal simplesmente recolheu. Ué, não tinham dito que "o candidato seria eliminado"? Na hora eu não dei muita atenção; estava muito ocupada chutando as questões de Química, sem ter muita sorte. Aliás, sorte foi o que me faltou nesses dias. Errei no gabarito, confundi alternativas, pulei exercícios, e hoje eu tentei fazer as questões de Matemática sem chutar, até que o fiscal disse que faltavam vinte minutos e eu tinha ainda trinta exercícios pela frente, e aí não teve jeito. Ó vida frustrada. Pelo menos na redação eu me dei bem, se não for eu mato pessoalmente quem elaborou aquela proposta from hell. Por último, me diga você: o que o Voleibol tem a ver com Linguagens, Códigos e suas Tecnologias?
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...