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15 de fevereiro de 2017

Descrença



Take me to church
I'll worship like a dog at the shrine of your lies
I'll tell you my sins
So you can sharpen your knife
Offer me that deathless death
Good God, let me give you my life
(Hozier)

Sendo uma convicta ateia há anos, uma coisa na qual eu sempre vi motivos para escárnio foram os tão aclamados "milagres". Eu acabo de me formar e vejo gente falando que a graduação foi uma "benção" divina - mas me parece que quem trouxe a benção foram as nossas famílias que pagaram fortunas em mensalidades e livros e legislações, bem como a benção foi de nossa própria autoria, porque se não fosse nós mesmos estudar por dias a fio, fazer trabalhos, apresentações, pesquisas, por vezes viagens, não teríamos nos formado. Pois veja que tudo o que eu tenho foi eu mesma que consegui, ou alguém por mim, ou mesmo algo que, por vantagem social, me foi mais fácil ou acessível. Sei de gente que passa por necessidades básicas clamando por milagres; mas eu nunca vi uma panela de comida feita descer voando do céu e parar na mesa dessas pessoas; não, no máximo eu vi associações e pessoas generosas (todas ateias, por certo) fazendo caridade ou acionando o Estado para intervir. Reconheço que nem tudo é plenamente palpável pelo mero esforço; mas eu nunca vi ou tive notícias, como nos contos bíblicos, de coisas impossíveis acontecendo simplesmente com base em poderes mágicos, como o caso dos peixes caírem na rede às centenas para que o povo que ouve "a palavra" não passe fome. Não estou desprezando o valor da fé, contudo; a fé é a força que nos motiva. Mas é a fé humana, palpável, tangível, que tem valor - e não a crença absurda, cega e desarrazoada em mentiras míticas que vai te salvar.

24 de dezembro de 2016

Até faz sentido


Ah, o Português... O problema é que a gente fala a mesma língua e mesmo assim as vezes a gente se desentende. O meu problema é que eu leio mais do que respiro e ainda assim consigo errar muito. Tem um Português que mexe comigo e acho que nesse ponto você sem dúvida me entendeu (não acredito que eu falei isso). Se o Português tivesse tomado outro rumo no passado eu hoje seria outra pessoa. Mas eu fui condenada a esse idioma estranho num país estranho de pessoas estranhas. O Português não é estranho... Mas não o Português que você está pensando, o Português que só eu sei. Tem algum Português que abala as suas estruturas? (Não responda). O meu Português é diferente do seu mas no fundo é igual. Afinal dizem que eles são todos iguais... Eu sei que eu só me perdi no meio de um monte de palavras sem sentido, mas se o canibal tivesse devorado o Português no passado o Português hoje não devoraria nossas carreiras. Termos, aglutinações, expressões, regras, chantagens emocionais... Ãhn? Muita gente frustrada que nem eu odeia dicionários de Português mas lidando com a arte da palavra escrita não pode dispensar. Que tragédia, não? Precisar de um Português... Digo, precisar *do* Português, você entende né? Eu já sonhei em atravessar o oceano e esquecer dele (o Português), mas eu sei que eu atravesso o oceano e é o Português que eu vou encontrar, e aí a tortura começa de novo.

Publicado originalmente em 04/10/2011.

20 de agosto de 2016

20 FATOS SOBRE MIM!

20  fatos sobre mim!

Pois bem, pessoas da blogsfera. Como prometido na Postagem n. 200, venho aqui trazer 20 fatos sobre mim, em homenagem à minha ducentésima postagem, a partir de perguntas escolhidas aleatoriamente.

Aqui vai:

1 - Você conhece alguma celebridade?

Celebridade no estilo hollywoodiano não, mas já conheci meia dúzia de pessoas famosas ao menos na minha cidade.

2 - Você canta/toca algum instrumento?

Na infância eu fiz aulas de flauta doce e até me saí mais ou menos, mas a flauta ficou na infância mesmo. Hoje em dia eu só canto no chuveiro.

3 - Qual é o seu chocolate favorito?

Gosto dos chocolates artesanais de Canela e Gramado, especialmente aqueles com amendoim.

4 - Você tem alguma fobia estranha?

Eu tenho medo de trânsito e medo de viajar na estrada.

5 - Pegue o livro que você esta lendo, vire a página 23, o que tem na linha 17:

WTF? Não era para ser perguntas sobre mim? Mas, bem, para ser fiel à aleatoriedade das perguntas (que pelo visto eu peguei de fontes pouco sensatas), aqui vai:

"adoecia, o que aconteceu duas ou três vezes nos últi-"

O livro que eu estou a ler - na verdade eu tenho mania de ler uns quatro ou cinco livros de uma vez, fora os livros de trabalho/estudo, sendo que esse eu escolhi simplesmente por ser o que estava mais à mão - é intitulado "Maigret no Tribunal", de Georges Simenon. A obra não é muito boa, mas posso fazer resenha em postagem futura.

6 - Quanto tempo você demora par ficar pronta de manhã?

De manhã, se eu for seguir a minha rotina ordinária, eu devo demorar uns 15 minutos. Se eu tiver algum evento especial que mereça um look mais aprumado eu devo levar entre 30 a 40 minutos, como qualquer pessoa.

7 - Qual é o som que você odeia? Som que você ama?

Hoje em dia eu tento me manter aberta a novos estilos, evitando fazer julgamentos MAS se tem um estilo que eu simplesmente não consigo engolir é o sertanejo - e olha que eu já tentei! Já fui para baladas sertanejas e não consegui, nem bebendo, nem com boas companhias, nem com muito fingimento entrar "na onda da música".

E quanto às músicas/estilo que eu gosto, bem, vejamos: Eu já fui muito metaleira, mas hoje o que eu tenho apreciado mais é música pop.

8 - Qual a música que sempre faz você se sentir feliz quando ouve?

Difícil dizer. Existem centenas de milhões de músicas que vem nos momentos mais aleatórios da nossa vida - isso sem contar o fato de que algo que pode ser felicidade para mim pode ter um sentido totalmente diferente para as outras pessoas.

Então, já que eu me comprometi a me ater às perguntas, uma música que me satisfaz muito, num sentido similar ao da felicidade, quando eu escuto, é Mater Piece de Jessie J.

9 - A "loucura" traz mais criatividade?

Pergunta interessante! Também não tem muita relação com "fatos sobre mim", mas ao menos eu percebo que já fiz postagens sobre esses temas aqui (Brainstorming, Loucura, Obsessão), mas sim, eu acho que a loucura, entendida como a fuga do óbvio e da estrita normalidade, amplia os limites da nossa mente, nos permitindo ver as coisas que de maneira convencional seria impossível. A loucura como busca da criatividade trás até mais felicidade. Aliás, recomendo fortemente a leitura de "Elogio da Loucura", de Erasmo de Roterdã, que li recentemente.

10 - Qual foi a coisa mais louca que você já fez por dinheiro?

Trabalhei muito e economizei. Olha que "loucura".

11 - Qual é a sua rede social favorita?

Não gosto de redes sociais, uso apenas por necessidade de comunicação mesmo. Mas ao meu ver as mais tragáveis, por assim dizer, são o instagram e o twitter.

12 - Três coisas que na sua opinião todo mundo deveria saber.

Parece simples mas a pergunta é complexa. Muito relativo, na verdade, como qualquer pergunta. Mas acho que o essencial para se saber na vida em sociedade, ou mesmo individualmente, é: Respeito, higiene e educação, no sentido amplo.

13 - Quais as vantagens e desvantagens de quando se está solteiro? E de quando se está namorando?

Vantagem de estar namorando? Acho que é ter alguém fixo para tr...

Vantagem de estar solteira? T-O-D-A-S ♥ =D Mas se vocês fizerem questão eu vou listar algumas:

I - Poder conversar com definitivamente quem você quiser sem precisar ficar dando explicações;

II - Fazer o que você quiser, na hora que você quiser, do jeito que você quiser e isso SE você quiser;

III - Conhecer vários pretendentes;

IV - Poder trabalhar mais e estudar mais e guardar mais dinheiro só pra você;

V - E a melhor de todas: Não ter que ficar fazendo a social em casa de famílias alheias, o que inclui a dispensa de se submeter a brincadeirinhas imbecis, neuras de sogras, etiquetas mesquinhas, et cetera et cetera et cetera.

14 - Qual a coisa mais próxima de você que é vermelha?

Novamente não vejo a lógica na pergunta, mas como eu optei por perguntas aleatórias, me sinto obrigada a responder.

A coisa mais próxima de mim que é vermelha é um batom novinho, que eu ainda não usei e veio com milhares de promessas de "efeito glam" e "fundo dourado" que eu espero que seja assim tão eficaz quando eu for para a balada.

15 - Como foi seu último sonho?

HORRÍVEL. Eu sonhei que eu estava em uma competição de corrida em que eu estava perdendo, e na medida em que eu perdia me era tirado o oxigênio.

Nunca foi tão bom acordar.

16 - Qual foi a última mentira que você contou?

"Sinto muito".

17 - Qual foi o último filme que você viu?

"As bicicletas de Belleville", que eu futuramente farei uma resenha aqui neste espaço virtual.

18 - Diga a primeira coisa que vem à mente quando você ouve a palavra "coração":

Músculo estriado cardíaco.

19 - Com o que você não pode sair de casa sem?

Não ficou claro se a pergunta é COM ou SEM, mas, de qualquer forma, não posso sair de casa sem roupa, pois se eu fizer isso eu serei presa.

20 - Qual a sua relação com a última pessoa que te mandou mensagem?

A minha relação com a TIM é saudável, obrigada.

Era o que tinha para hoje, gentes. Agora, para dar continuidade, me conte três fatos sobre você. =D

2 de agosto de 2016

Mania de ecologia



Eu fico cada vez mais horrorizada com o desgaste a níveis alarmantes dos recursos naturais. E nessa minha estupefação eu busco, a todo custo, salvar o planeta com minhas pequenas neuras ecológicas - tipo cronometrar o tempo do banho, se possível reutilizando a água; reutilizar e reciclar o mínimo pedaço de papel, evitando o consumo inconsciente. Já inventei métodos de utilização improvisada de energia solar para cozinhar e aquecer ambientes; dou preferência a produtos nacionais (porque eles seguem, geralmente, métodos de fabricação mais ecologicamente correto que a maioria dos outros países), e sou uma declarada amante dos animais. Não sei que diferença faz essa minha obstinação individual, em uma escala global. Mas eu propago as minhas ideias, falo para todo mundo a importância de evitar o desperdício e quiçá o consumo. Quem sabe se mais pessoas começarem a tomar esses pequenas atitudes em prol do meio ambiente teremos um futuro menos cinza. Eu sei, eu sei; o problema não está apenas no desperdício e no lixo produzido pelas pessoas como também, e principalmente, nas posturas das grandes indústrias em países que estão pouco se lixando para isso. E aí, para combatê-los, eu sei, o caminho é mais árduo. São centenas de convenções e tratados internacionais sobre meio ambiente muitas vezes descumpridos, e aqueles que lutam pela causa verde ficam ostentando bandeiras como trouxas. Mas se não fizermos nada, se não começarmos das nossas pequenas economias de recursos diárias, nada jamais será feito. Vamos lá, basta acreditar. Pode parecer ingenuidade, mas no fundo eu acredito (e me esforço nesse sentido, até porque não é só eu) que nós podemos evitar catástrofes futuras. Come on.

11 de julho de 2016

Concentração



Tem sido difícil manter a mente em um lugar só. Parece que meus pensamentos estão sempre dispostos a viajar, e se dispersam para muito longe de onde eles deveriam estar. Talvez seja justamente um subterfúgio mental para o excesso de enfoque em uma ou algumas atividades só. Talvez seja a necessidade - infelizmente inviável, nesta altura - de descansar, relaxar. É nesses momentos em que surgem boas ideias, reconheço, mas esse desvio constante é estarrecedor. Reconheço que eu estou cansada, mas a última coisa que me é permitida é parar agora.

24 de junho de 2016

Postagem inominada



Subitamente, acabam-se as palavras e você se força a dizer alguma coisa, qualquer coisa. Mas não sabe o que dizer. Tem medo; tem milhões de coisas a fazer e na ânsia de começar a fazer, se perde. É uma época complicada, essa em que a gente já consegue visualizar o futuro - ainda que seja uma visão completamente obscura e turva. Tão cruel sermos reféns de nossas escolhas, que nem sempre são inteiramente nossas... 

20 de junho de 2016

Sonhos



I want to say I'll live each day
Until I die.
And know that I had something
In somebody's life.

The hearts that I have touched
Will be the proof that I leave
That I made a difference
And this world will see:
I was here
(Beyonce - I was here)

Indagando-me mentalmente sobre o porquê de as nossas maiores vontades, as nossas metas de vida serem denominadas "sonhos" eu chego à conclusão de que, quando nós realmente queremos algo, com todas as nossas forças e afincos, nosso cérebro produz uma atividade mental semelhante àquela da atividade onírica, não raro ambas se confundindo. Pois veja que nesse mundo, todo mundo é obrigado a sonhar, a propor à si e à sociedade uma ambição. Causa horror e indignação se, quando lhe perguntam suas metas, se responde que não existem, que se está bem na situação atual e que não há perspectiva de mudança. Vivemos, então, nessa perspectiva - e obrigação - de mudança. E não há que se censurar: nada mais humano do que se deslocar para se encontrar. Mas existe um ponto em que nós, num futuro longínquo ou em breve, buscaremos descanso. Então, porque devemos "sonhar" para nós mesmos? Porque não sonhar para os outros - com os outros? É legal almejar uma carreira, um cargo bem remunerado, mas porque não sonhar com um mundo que respeite mais o meio ambiente, com uma sociedade mais justa, menos corrupta? Já que somos obrigados a buscar o progresso (que é um conceito extremamente relativo), porque não almejar chegar aos 90, 100 anos podendo olhar para a sua vida e dizer: eu dei o melhor de mim para esse mundo que em breve eu deixo? Pode parecer uma posição ingênua, a minha; pode parecer que eu incorporei o Cândido de Voltaire, mas eu me proponho a fazer isso, daqui pra frente, e a convencer outros a assim ser também, e combater veementemente qualquer colocação contrária. Quem vem comigo?

3 de junho de 2016

Fim


Já passou da hora de aceitar que acabou e não tem volta, e provavelmente não há esperança de volta.

Chega de fingir que eu me importo, remoer sentimentos que eu não tenho, ostentar uma delicadeza que não é realmente minha.

Chega de lamentar superficialmente o que não era para ser.

Talvez tenha sido incrível mas você não existe mais.

Move on.

18 de dezembro de 2015

Por que eu voltei


Olá, pessoas.

Depois de muito, mas muito tempo (nada menos que três anos) eu resolvi reativar esse blog.

E porque eu fiz isso?

Bem, primeiramente, quando eram meados de 2008 e eu criei este blog (e outros antes dele), eu era apenas uma garotinha esperando o ônibus da escola que tinha o prazer de escrever e tempo para escrever abobrinhas e ler o que os outros escreviam.

Mas chegou uma hora que eu enjoei de escrever e ler, além de ter assumido outras responsabilidades, sendo essa a razão pela qual eu "vendi" o blog.

Hoje, depois de anos, eu me deparei com um acervo gigantesco de resumos e trabalhos acadêmicos e livros e filmes e centenas de outras coisas que eu vi que seriam úteis se disponibilizadas livremente na internet através deste blog.

Não faço ideia se os meus antigos amigos e parceiros de blog ainda lembram que essa página existe (o próprio google pediu para eu confirmar a autoria), mas eu prometo que farei o que for preciso para que esta página seja o que era antes (e até melhor).

Se você é meu amiguinho dos meus velhos tempos de blog, por favor deixe um comentário.

Um abraço a todos que perceberam que o blog ressuscitou, desde já agradeço pelo apoio moral, e, por hoje, é tudo.

27 de fevereiro de 2012

OFF - F.A.Q.

Uma postagem "em off" aproveitando as baixas do carnaval.

Perguntas frequentes:

1 - Ana, qual a sua idade?
R: Ressalto: eu não tenho 30, 45 ou 11 anos como por vezes perguntam. Nasci em 1993. Calcule. 

2 - Porque você não coloca foto sua?
R: Evitar assédio. Explico: Se só com o nome eu já recebo mil propostas de casamento (e outras coisas que eu prefiro não comentar), imagina se eu mostrar a cara...

3 - Segue o meu blog?
R: Me siga primeiro e eu penso a respeito.

4 - Me segue no twitter?
R: Idem resposta anterior.

5 - Posso lhe adicionar no facebook?
R: Pode. E eu posso não aceitar a solicitação. ;)

6 - Vamos fazer parceria?
R: Veja bem: Eu prefiro "fazer parceria", ou troca de banners ou links com quem eu já fiz uma certa amizade. Então pede pra fazer amizade e eu repenso.

7 - Como posso entrar em contato com você?
R: damnedpoltergeist@yahoo.com

8 - "Comenta lá no meu blog?" "Passa 'lá' depois?"
R: Posso fazer isso, mas eu não disponho de tanto tempo como eu gostaria, e não tenho a habilidade que vocês tem de fazer uma réplica espirituosa à postagem; por isso as chances de eu deixar um comentário bem sem sal numa postagem excelente é astronômica. Fique claro que eu leio todos os comentários e os considero, bem como apago os censuráveis. 

Mais perguntas? Sugestões? Críticas? Comente. =)

21 de outubro de 2010

E agora?

O vestibular chegou,
A tensão acirrou
O mundo pressionou
O dia interveio.
E agora, José?
E agora, você?
Que concorre comigo
que olha ao redor
que toma notas
estuda, contesta

Está sem dormir
está sem comer
está sem rascunho
O tempo acabou
O texto acabou
A resposta não veio
o gabarito não veio
e o mundo parou.

E agora, meu Deus?
se você calculasse
se você respirasse
se você lembrasse
a rima do macete
mas você não consegue
Você é burro, José!

Com a cabeça nas mãos
quer encontrar a resposta
não há resposta
pensa em colar...
Colar não consegue
Quer se jogar da ponte
a ponte está longe
quer mais uma chance
outro tem a sua chance
E agora?

A sua antologia
a sua calculadora
a sua biblioteca
a sua tabela periódica
a sua Internet
a sua ignorância
os seus nervos - e agora?

o ENEM melhorou
sem aliviar o peso...
sem estrangular o medo.
morrendo por dentro
como que envenenado
com a própria agonia
Tenta se acalmar
Como, José - COMO?


Nota: Enem é uma b*sta, mas na época eu não sabia.
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