Mostrando postagens com marcador Música. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Música. Mostrar todas as postagens

9 de fevereiro de 2017

Eu só queria uma música (Episódio II)


Não é que eu realmente tenha algo concreto a vos contar ou que realmente isso se trata de uma postagem em série como nos blogs convencionais. É que eu gosto muito de música. Demais. Quando trabalho, quando estudo, quando dirijo, tomo banho, como, durmo, quando faço tudo eu ouço música, ou quando não é possível eu sempre tenho uma música na cabeça, como se fosse a música de fundo da cena cotidiana em questão. E dependendo da música eu fico refletindo sobre qual seria a mensagem que o compositor queria passar, o que ele estaria vivenciando no momento em que compôs, e não raro me pego tentando encaixar a música em algum momento da vida, prévio ou futuro. Mesmo que seja um trash metal com vocal gutural pesadíssimo e ininteligível; mesmo que seja música pop comercial ordinária; mesmo que seja uma composição clássica pouco conhecida e integralmente instrumental. Mesmo que seja em inglês, espanhol, francês, italiano, húngaro, lituano, russo, guarani ou mesmo português (contanto que a música me prenda, esteja eu compreendendo o que é cantado ou não). Às vezes eu me pego imaginando ou tentando encontrar uma música que se encaixasse no momento presente, nem que esse momento presente tão trivial quanto encontrar alguém conhecido na rua...
Não tinha nada a acrescentar de qualquer forma, mas fica aqui a minha sugestão de música - que por acaso eu já consegui "encaixar" em diversas situações da vida. Oh, Darling - The Beatles. Me sugira uma música também =)

9 de novembro de 2016

Formatura


'Cause it's a bittersweet symphony, this life
Try to make ends meet
You're a slave to money then you die
I'll take you down the only road I've ever been down
You know the one that takes you to the places 
where all the veins meet yeah, 

Não compreendo o real motivo para celebrar. Cinco anos de graduação que não foram lá os melhores da minha vida, a despeito do que reza a lenda sobra a primeira graduação, muito embora tenha sido uma fase de amadurecimento (não obrigatoriamente decorrente da graduação): aprendi a me disciplinar para estudar, aprendi a diferenciar as pessoas que são legais espontaneamente daquelas que são legais por interesse, além de ter quebrado a cara inúmeras vezes. Ademais, não entendo o que comemorar tendo em vista que, como profissional recém ingressante no mercado, não tenho lá grandes perspectivas de lucro e renda - não de início. Mas tudo bem. Estou no caminho certo, dizem. Vou fingir que ignoro o passado recente e o futuro a curto prazo, e vou buscar diversão, como se a minha formatura fosse terminar como em um filme americano, com bebida de qualidade, boa música e ao vivo, bagunça, canapés para equilibrar o alcoolismo, quem sabe até uma orgia ao final com caras gatos. Ah, e a minha música de entrada vai ser a Bittersweet symphony, essa música que parece ter sido escrita numa fase dessas. I'll take you down to the only I've ever been down...

7 de junho de 2016

Eu só queria uma música


Queria encontrar um timbre, um acorde ou ao menos alguma expressão que definisse a minha vontade de ouvir.

Queria uma música que me tirasse daqui. Uma que me fizesse esquecer os tormentos e me lembrar das coisas boas. Uma música que exprimisse exatamente o que eu sinto...

Queria uma melodia que me envolvesse.

E eu estou cansada de canções sem vida, com rima esdrúxula, sem emoção, sem criatividade, sem um convite efetivo para navegar nas ondas acústicas.

Mas as minhas opções são cada vez mais escassas. Difícil encontrar aquela sensação de estupefação, de êxtase, aquela vontade de querer conhecer o compositor. 

Eu só queria uma música que me deixasse feliz.

1 de abril de 2012

The river

Mais uma da série "hope you enjoy".

Tenham um bom mês.



I confess I'm a sinner
I've seen a vision of my life
And I wanna be delivered...

19 de fevereiro de 2012

A droga do carnaval

Panis et circenses - Capítulo II: Dorgas, Jesus e luz vermelha


featuring: Ogroland
http://ogroland.blogspot.com/


Um dia lindo de sol e calor. Além de domingo é feriado, o que devia ser proibido, já que é um absurdo desperdiçar feriado com domingo. E esse feriado tem origens de difícil compreensão, esse tal de carnaval é muito estranho. Quem diz que não gosta de carnaval logo tem algum dedo apontado em sua direção, em reprovação, com insinuações irritantes de que “não sabe curtir a vida”. Ora, meus caros, curtir a vida é relativo. Cada um gosta de uma coisa... quem não faz o que você gosta não sabe curtir a vida? Esperava mais de sua parte.

Dizem pessoas mais vividas que eu que antigamente esse evento brasileiro denominado Carnaval era aromatizado à lança perfumes, que parece ser uma espécie de alucinógeno aromático; um belo dia o legislador viu que tava dando merda e resolveu proibir, como se amenizasse os mórbidos efeitos do período de pão e circo. Historicamente, o carnaval é um período de festa para se preparar para os sacrifícios que nos aguardam na quaresma. Aí fica mais esquisita a coisa. Sacrifício da quaresma? Sacrifício onde, meldels ducel?

O que se vê no carnaval é apenas uma festa mais intensa e extensa do que as outras do resto do ano. E como há excessos, nesses dias de folia o risco de morte cresce drasticamente. As mesmas almas que serão plantadas nas sepulturas com seus corpos hoje serão colhidas daqui a nove meses. Põe na conta de alguns instantes alucinados. Sexo e drogas, e por favor, volta rock''n''roll.

Dizem os antigos, que em tempos passados, esse evento nacional, o Carnaval era aromatizado sem o uso do Bom Ar, mas com muito lança perfumes que parece ser uma espécie de alucinógeno. Um belo dia O Legislador viu que tava dando merda e resolveu proibir, como se amenizasse os mórbidos efeitos do período de pão e circo.

Wow, mas o álcool ainda rega a parafernália. Aliás, sabia que houve um tempo em que o álcool era ilegal? Muitos séculos atrás era considerado uma droga hedionda consumido às escondidas, pela nobreza e pela plebe... E um dia a indústria falou mais alto que a moral, e que se jorre álcool pra todo lado. Alguém tem dúvida do efeito devastador que a bebelança provoca nas pessoas? Sendo Carnaval ou não, quantas tragédias já começaram com uma simples cervejinha ou uma inocente pinguinha para esquentar o peito?

 Não adianta tentar tampar o sol com o copo de cerveja! O álcool é um tipo de droga, a polêmica maconha o é; o café que você toma todo dia, a acetona com que você remove o esmalte, o chimarrão dos gaúchos, até a coca cola, tudo isso é droga, só que legalizada; a diferença é modo com que a sociedade encara cada substância. A maconha, que segundo os adeptos é relaxante, é proibida, enquanto determinados chás alucinógenos que já geraram muita dor de cabeça são legalmente consumidos em rituais religiosos. 

Mas o carnaval ainda tá de pé, temos segunda e terça pela frente. E não tenham esperança, não adoradores da festa, ano que vem tem mais. Vamos mais uma vez parecer uma versão genérica de Sodoma e Gomorra aos olhos do mundo inteiro, ano após ano. Que não é só de hoje e não é só no Brazil eu bem sei; várias outras nações tiveram e tem sua sorte de festinha na luz vermelha; mas a nossa, compatriotas, chegou além da depravação. Uma depravação permitida por lei, financiada pela indústria, pelo dinheiro dos contribuintes e perdoada por Jesus no resto do ano. Ah não... que desânimo. E para não dizer que não vemos nada de positivo no Carnaval, vamos enaltecer um ponto: o feriado é bom demais.

Bom feriado e juízo.




30 de janeiro de 2012

Come ooooon... Take me out

Primeira postagem com música do ano:
Franz Ferdinand - Take me out

Sugira música para as próximas postagens



Hope you enjoy.

24 de janeiro de 2012

Pelo fim do preconceito musical


Quase caí de costas quando eu soube que um certo paranaense só fica atrás do fenômeno mundial chamado Adele se for em ordem alfabética. Ele veio de uma cidade no interior do interior, e eu bem me lembro a época em que eu via meus colegas pagando quinze reais para ir num show dele. Não, Michel Teló não é o melhor músico do mundo, mas os russos lá do outro lado do globo tão ouvindo seu hit. Vergonha nacional? Não sei, mas porque seria? Só mais um cantor com o seu instante de glória, pode desaparecer tão rápido quanto surgiu num século em que tudo corre a mil. Uma das postagens mais vistas desse blog é "Conceito de preconceito". Veja bem: o preconceito musical é o mais idiota do mundo, porque é explícito; as pessoas evitam ou subestimam quem aprecia determinados gêneros musicais, e assumem - tudo isso num mundo em que todo mundo já superou o preconceito racial e a homofobia. Na minha curta vida eu já conheci gente que deixou de falar comigo por eu gostar de determinado gênero, ou, pior ainda, gente que tinha preconceito musical acirrado me acusando de ser preconceituosa. E isso mudou a minha vida? O fato de você saber tocar violão ou ter uma bandinha não te torna um crítico musical de renome, digno de desprezar tudo; e tudo bem que Lamb of God tem mais acordes e técnica do que o Restart, mas o fato de você ouvir um em vez doutro não vai te tornar superior a ninguém. Wake up, people. Tem ainda quem reclame que hoje em dia as coisas estão piores do que no passado, e que a cultura é muito massificada. Não te censuro; é normal as pessoas terem dificuldade de aceitar os novos tempos; mas lembra que só hoje um negro vale tanto quanto um branco, e é graças a essa massificação da cultura que eu e você sabemos ler. (Foto: piá do Restart que levou pedrada durante show)


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...