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22 de julho de 2016

TPM



Data marcada pra ter uma vontade quase incontrolável de esfaquear os inimigos.

Além de pensar NELE:




29 de junho de 2016

Game over



Pra todo fim do jogo existe a possibilidade de se iniciar de novo. Existe a possibilidade de recomeçar com a cautela de não cometer os mesmos erros, e de, com maior argúcia, se desviar melhor dos obstáculos. A perda, a baixa, a recaída, é só um estímulo para jogar - ou para seguir em frente. Não, não é uma falha que me para. Quando se joga pela primeira vez se tem surpresa, fascínio, mas grande vulnerabilidade. Na segunda, e nas próximas, talvez o encanto se dissipe, mas a experiência te compele a desafiar o próprio sistema. Até porque o fim de uma fase ou de todo um enredo, não significa, necessariamente, perda. Mas pode significar, pelo contrário, e é provável, que você está apta a prosseguir, e possivelmente esteja bem mais hábil que antes.

4 de dezembro de 2011

Eu odeio futebol


Hoje tem ou teve algum jogo de futebol de times que desconheço em algum lugar nesse país. Com o perdão de quem aprecia o esporte, eu acho o futebol o esporte mais escroto que já inventaram. Existe a ginástica, a natação, o basquete, o xadrez ou qualquer outro esporte que tem a mesma capacidade de garantir muita emoção a quem não joga nada ou não entende bulhufas, mas ainda assim a maioria das pessoas, pelo menos no Brasil, prefere o futebol. A única vez que eu me interessei pelo esporte - que aliás nem foi um interesse tão autêntico assim - foi em 2006, quando na verdade para mim só tinha jogo se tinha Kaká, e só tinha gol se fosse do Kaká, e se o Kaká saísse de campo acabava o jogo (eu tinha 13 anos, okay?). Depois disso eu fiquei sempre me esquivando das discussões infantis dos torcedores em época de jogo. Já vi milhares de filmes sobre o futebol na perspectiva do torcedor; a maioria não me esclareceu qual a graça ou só fez parecer o esporte uma coisa mais doentiamente vazia - pelo menos para quem observa de fora. Um filme que eu recomendo é Hooligans (2005), que mostra a realidade das famosas torcidas organizadas; uns caras que, sem dúvida, são fanáticos pelo time que torcem (o United, no filme) e depois de todo jogo eles se organizam para brigar. Não, não basta o jogo em campo; tem que ter o "mano a mano". No Brasil, (in)felizmente, os torcedores não se organizam muito, eles destroem tudo no improviso. Se aqui no fim do mundo em que eu estou eu ouço gente gritando "Corintians!", imagina como devem estar as coisas lá por São Paulo... Enfim; se você assistiu e gostou de "300" e "Tropa de Elite", por certo vai gostar de Hooligans e Hooligans 2, ficando a recomendação para um outro que eu detestei mas você talvez goste, "Violência Máxima". Sem dúvida: mais chato que o jogo são os torcedores fanáticos que te enchem o saco querendo que você diga que torce para algum time. Ora, existem milhares de religiões, mas você não é obrigado a ter uma, não é mesmo? Pois se o futebol for religião eu sou ateu, ou ateia, ou atia, ou atoa, ou ateusa. E se em 2006 as menininhas torciam pro Kaká (não era só eu), ano passado a moda era um tal de Cristiano Ronaldo. Bem, comenta, senão... Senão um torcedor fanático vai vir a noite te sequestrar. (Salve-se quem puder).
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