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29 de maio de 2017

Moda




Look at me now!
I feel on top of the world in my fashion!
Looking good and feeling fine

Lady Gaga

Existe um grande dilema por trás dos ditames da moda: vestir-se para se sentir bem ou vestir-se por imposição social - ou, pior ainda, por ambos os motivos?

Me parece que o vestir-se para sentir-se bem está adstrito ao vestir-se para não sair de casa nu. Porque se o intuito é se sentir bem (o que deve pressupor conforto), ninguém vai se dar ao trabalho de colocar sapatos desconfortáveis por serem bonitos, de por uma roupa justa que exige postura, de colocar acessórios, e por aí vai. É o que os mendigos fazem.

Já o vestir-se por imposição social requer mais cuidado. Nós cuidamos ao nos vestir para não causar má impressão nos locais onde frequentamos, talvez porque nossa classe social e/ou profissão exijam, ou talvez porque nosso gênero e idade também exijam (muito embora isso venha sendo contestado), e não raro nos atentemos mais à vestimenta para atrair o sexo oposto.

E nessa perspectiva a vestimenta quer dizer muito. A origem e o custo da sua roupa (se é de marca, se é de alfaiataria, se é de bom tecido), o significado da sua roupa (uniforme, jaleco, terno e gravata, salto alto), o contexto em que você veste esta ou aquela roupa (trabalho ou balada, por exemplo) querem dizer em que local você se insere nas invisíveis mas quase estanques castas da sociedade moderna.

Mas e quando nos vestimos tanto para nos sentirmos bem quanto para sermos aceitos pela sociedade? Aí acho que podemos ser mais tolerantes. Pois veja: Os homens mais sensatos geralmente não se importam com marcas e sim com a qualidade aparente, então um homem não vai reparar se o seu vestido, apesar de bonito e bem feito, não foi comprado em uma loja de grife como aparenta, mas foi feito por você mesma com a velha máquina de costura da nonna e a partir de um tutorial de internet. Você tem que se vestir bem para o trabalho, é certo, mas ninguém precisa saber que o seu elegante tailleur foi adquirido em lojas de segunda mão e customizado.

Penso, então, que podemos ser mais tolerantes de um modo geral com o vestir-se - tanto de nós mesmos quanto o alheio, exceto quando as circunstâncias obrigam uma roupa específica (afinal, não é razoável esperar que um médico entre na sala de cirurgia vestido que nem um jogador de futebol em campo). Se a roupa da pessoa parece excêntrica, diferente, inesperada ou retrógrada, o ideal seria olhar para a pessoa em si, e ver se ela se sente bem assim. Pois não é, afinal, a felicidade o que motiva todos os discursos?

E encerro essa postagem com mais uma música da Gaga, só para reforçar:

Don't hide yourself in regret
Just love yourself and you're set
I'm on the right track baby

I was born this way

15 de fevereiro de 2017

Descrença



Take me to church
I'll worship like a dog at the shrine of your lies
I'll tell you my sins
So you can sharpen your knife
Offer me that deathless death
Good God, let me give you my life
(Hozier)

Sendo uma convicta ateia há anos, uma coisa na qual eu sempre vi motivos para escárnio foram os tão aclamados "milagres". Eu acabo de me formar e vejo gente falando que a graduação foi uma "benção" divina - mas me parece que quem trouxe a benção foram as nossas famílias que pagaram fortunas em mensalidades e livros e legislações, bem como a benção foi de nossa própria autoria, porque se não fosse nós mesmos estudar por dias a fio, fazer trabalhos, apresentações, pesquisas, por vezes viagens, não teríamos nos formado. Pois veja que tudo o que eu tenho foi eu mesma que consegui, ou alguém por mim, ou mesmo algo que, por vantagem social, me foi mais fácil ou acessível. Sei de gente que passa por necessidades básicas clamando por milagres; mas eu nunca vi uma panela de comida feita descer voando do céu e parar na mesa dessas pessoas; não, no máximo eu vi associações e pessoas generosas (todas ateias, por certo) fazendo caridade ou acionando o Estado para intervir. Reconheço que nem tudo é plenamente palpável pelo mero esforço; mas eu nunca vi ou tive notícias, como nos contos bíblicos, de coisas impossíveis acontecendo simplesmente com base em poderes mágicos, como o caso dos peixes caírem na rede às centenas para que o povo que ouve "a palavra" não passe fome. Não estou desprezando o valor da fé, contudo; a fé é a força que nos motiva. Mas é a fé humana, palpável, tangível, que tem valor - e não a crença absurda, cega e desarrazoada em mentiras míticas que vai te salvar.

9 de setembro de 2016

Escrevinhar



Tá muito frio aqui. Faz anos, aliás, que não vemos um inverno tão rigoroso - e deprimente, posto que além do frio chove constantemente. Minhas mãos doem. Não sei se é o movimento repetitivo cada vez mais constante ou se é o frio que deixa minhas mãos sensíveis. Realmente não sei. Não as descanso, porém; preciso de trabalho árduo, pois sinto como se a minha redação nunca fosse boa o suficiente. Nunca consigo me expressar com toda a clareza e precisão que gostaria; não encontro os termos que procuro intuitivamente, faço delongas desnecessárias, me perco nas minhas próprias palavras. Parece que eu não chego no ponto. Às vezes eu queria ser outra pessoa, ter um alter ego, só para poder fazer uma revisão crítica de mim mesma; poder enxergar as falhas e omissões que eu não vejo, e ver aquilo que poderia ser melhorado. Minha técnica é imperfeita. Faz frio, as pontas e as juntas dos meus dedos indicadores e médios doem, e eu por vezes me levanto e dou voltas pra ver se consigo encontrar a precisão terminológica, o ponto exato. Faz frio, e eu não me canso de escrevinhar.

1 de agosto de 2016

Escolhas


É duro... Chega um ponto em que a situação fica insustentável, pesada demais, e você tem que sacrificar algo que você ama, pois já foi difícil levar até ali... Não foi sem pensar duas, cem, mil vezes antes. Não foi sem sopesar todas as possibilidades. Mas existem prioridades, e existem coisas que, por mais que doa, tem que ser deixadas de lado, ainda que momentaneamente. E eu deixo, cabisbaixa, aflita, com uma sensação de perda, mas sem olhar para trás, sem titubear, sem, contudo, saber qual será a minha próxima certeza daqui pra frente.

26 de julho de 2016

Força




Eu gosto desse esforço enervante. Principalmente quando eu observo que todos os demais se conformam com o fracasso ou esperam receber tudo mastigado, tudo pronto, tudo entregue dentro de um envelope com instruções. Além de ver como tem muita gente que estagna, que para no tempo - e que perde tempo. Ah, mas não eu. Vida, prepare seu peso que eu vou lhe empurrar com todos os meus músculos.

14 de julho de 2016

Tempo


Eu contabilizo o tempo pelos meus devaneios. Uma lufada de ar me trás tantas lembranças... Como há uma ano atrás, quando o clima estava exatamente como hoje: esse clima, esse tempo idêntico me faz lembrar do ano passado, de como eu me sentia, mas também do ano anterior, e de outras épocas, sendo um vendaval de sensações e lembranças na mesma brisa. Queria conseguir ser mais sincera com o que eu sinto, em vez de atropelar tudo, fingir que sentimentos tão tenros não estão ali. Queria poder apreciar cada exígua sensação com o maior deleite. Queria pode dissolver essa divisão do tempo que separa as minhas lembranças e sensações. Mas eu não posso. Não posso apagar todos os ponteiros de relógios, todos os calendários, todos os cronômetros e demais parafernálias que aprisionam a vida no desconhecimento da liberdade. Da mesma maneira que não posso sair e apreciar o tímido calor do sol no meio do inverno, tendo que me limitar a olhar de dentro de uma clausura fria e úmida. Tão sinestésico que não faz sentido, e você sente isso tudo numa fração de segundos. Bem. Acabou. Até amanhã.

12 de julho de 2016

Amnesia


O álcool em sua fórmula amplamente consumido deveria ser considerado uma substância mágica, dada os seus efeitos imediatos.

Ele nos dá coragem para começar ou terminar o que, de maneira sóbria, o nosso acanhamento, o nosso imprudente bom senso nos impediria sequer de começar.

E da mesma forma com que ele trás essa coragem toda, ele trás o esquecimento das situações infelizes.

O álcool trás o esquecimento automático do vexame que ele mesmo trás, ao mesmo tempo em que trás o esquecimento da lucidez que tortura.

O Esquecimento é o rio de passagem obrigatória para o Paraíso; o esquecimento dos supostos pecados é o requisito para a redenção. Mas como isso é mitologia cristã ordinária, aquele que esquece é condenado por ser alienado, ao mesmo tempo em que é gratificado com a ausência de tormentas mentais.

Mas como eu dizia antes, o álcool, sendo substância que eu colocaria no patamar de mágico, aqui dentro da nossa miséria humana, talvez seja o único subterfúgio lícito para manter a mente íntegra, ainda que por vezes rendida.

8 de julho de 2016

Good-bye



A gente sempre escreve longas lamúrias sobre como tudo terminou. Longos dramas tendentes (e tendenciosos) a marcar nossas vidas para a sua breve eternidade. Mas não nos dispomos a relembrar como tudo começou. A ansiedade, o interesse oculto, o arrepio, o frio na barriga, os calafrios, os sonhos com aquele cara incrível que parece que não repara em mim. Não relatamos, pois, como foi descobrir a maneira que ele era diferente do que eu imaginava (para bem ou para mal), e como foi o deleite do nosso breve, ou longo, affair. Difícil admitir que, encarando o passado, e aceitando que ele está bem sepultado e impossível o seu retorno, no fundo, nós queremos viver tudo de novo - ainda que a experiência nos tenha desgastado. Não... Mais fácil se lamuriar, se entregar à decrepitude da tristeza, do que se levantar e viver. E é interessante que o que se lamenta é justamente o fato de ter acabado, em vez de nos utilizarmos da experiência para insuflar coragem nos nossos pulmões. Bem. Diga adeus às lamúrias, enterre-as com o que acabou, e dê as costas para o passado, engrenando uma busca para nunca mais regressar.

26 de junho de 2016

Solidão




Me sinto só, 
Mas quem é que nunca se sentiu assim
Procurando um caminho pra seguir, 
Uma direção?

Não, não estou reclamando. Estar só nem sempre, como sugere o termo solidão, indica tristeza, dependência ou insucesso social ou afetivo. É uma necessidade. Um bem que você faz a si mesma e aos outros: abster-se. Deixar acontecer. Marcar presença pela ausência e pelo silêncio. Solidão é autoconhecimento, é liberdade, é amor-próprio. Não quero dizer que devemos ser absolutamente solitários e autossuficientes; não. Mas acho que ao menos uma vez na vida temos que nos permitir estar completamente a sós com a essência do nosso ego. Sozinha você pode refletir, pode se encontrar, pode se perdoar e se permitir outra tentativa, uma busca mais além. Sozinha você encontra paz.

22 de junho de 2016

Desistir





Precisamos entender que desistir nem sempre é um ato de fraqueza ou covardia. Pode ser apenas mais uma escolha, uma hipótese a se considerar. Admitir que o caminho que se toma talvez não seja o mais apropriado para as suas habilidades; talvez não seja aquilo que realmente lhe faça feliz. Considerar que insistir em algo que não lhe completa pode ser algo ainda pior...
As pessoas podem se horrorizar, podem criticar, mas existem coisas que você tem que fazer para você mesma, por si mesma. Fazer ou deixar de fazer, conquanto não permita que outrem faça as escolhas por você. Permaneça ou saia; mude ou seja o mesmo; desafie-se ou permita-se tolerar; só não permita que alguém tome as rédeas de sua vida. Pois desistir do que lhe foi imposto pode ser a melhor escolha que você já fez.

14 de junho de 2016

Nunca mais


Eu sei que sempre dizem para jamais dizer algo tão extremo quanto "nunca", mas vocês hão de convir comigo que tem atitudes tão prejudiciais à nossa existência, costumes tão conturbados, apegos tão maléficos, hábitos ruins que a gente tem que se dar ao trabalho de jogar no precipício.

E essa é a minha vez.

Nunca mais deixar de fazer coisas importantes para agradar alguém.

Nunca mais fingir que tenho opinião diversa só para agradar alguém. 

Jamais ceder a chantagens emocionais.

Nunca mais postergar.

Nunca mais se deixar ficar na zona de conforto.

Jamais - never-ever - se dedicar a alguém a ponto de sacrificar a sua própria autonomia.

Nunca mais fazer ou deixar de fazer algo em virtude de opiniões alheias (fuck you!).

E, de agora em diante: sempre - always and forever - pensar duas vezes antes de falar, ponderar sobre tudo sem, contudo, perder tempo ruminando demais as possibilidades; sempre questionar se o que tem a ser feito é realmente necessário, se é útil; sempre manter a disciplina e organização, e sobretudo, nunca, jamais, perder o foco.

Stay focused and keep going.

10 de junho de 2016

Dia 10


Da mesma forma que muitas pessoas se desgostam ao saber que a segunda-feira está chegando, assim é o meu receio perante o dia 10. Até porque esse dia é uma grande segunda-feira; é a lembrança de que a fase adulta finalmente chegou, e que a independência não é lá tão maravilhosa quanto você sonhou um dia. O seu dinheiro vai embora no mesmo dia em que ele chega, como uma notícia boa que carrega todas as suas partes negativas. Ah, o dia 10... Juros, prazos, correções, vencimentos... Talvez seja um final de semana no mês que vem, daí eu pelo menos não vou me desesperar tanto - não vou deixar de me organizar com as minhas responsabilidades mas pelo menos não vou sentir o baque. Que desespero é a noite anterior, a noite do dia 9, em que a gente mal consegue dormir, com tantas preocupações na cabeça... E que alívio que é chegar ao fim do dia (10), conseguindo se vangloriar de ter feito tudo o que tinha concentrado para o mês naquele dia; ah!, que sensação de missão cumprida!, por mais que sejam coisas rotineiras e burocráticas que ninguém sequer aprecia; depois de enfrentar um dia desses cheio de protocolos, ah, sim, eu me sinto uma heroína.

3 de junho de 2016

Fim


Já passou da hora de aceitar que acabou e não tem volta, e provavelmente não há esperança de volta.

Chega de fingir que eu me importo, remoer sentimentos que eu não tenho, ostentar uma delicadeza que não é realmente minha.

Chega de lamentar superficialmente o que não era para ser.

Talvez tenha sido incrível mas você não existe mais.

Move on.

20 de maio de 2016

Coragem


"Only those who will risk going too far can possibly find out how far one can go". 
T. S. Eliot

É quando você tem medo, muito medo. Mas se compele (ou tenta) a seguir em frente. Você começa a questionar a sua própria capacidade, tem medo de não ter forças o suficiente, ao mesmo tempo em que não se permite parar, continua sempre, mesmo que não saiba se vai ou não conseguir. Tenho medo, sim, e enfrento; é bom saborear essa adrenalina. Pois é justamente essa adrenalina que me faz lembrar que eu estou viva, e o quanto é bom viver, o quanto é bom enfrentar os próprios medos e os grandes desafios da vida. Quero ganhar, assumindo o risco - o iminente risco - de perder, apostando mais na minha habilidade de driblar o desafio. É como os instantes anteriores ao toque de largada a uma corrida: Eu sei que eu vou chegar lá, e darei o melhor de mim para ser a primeira.

19 de abril de 2016

Valor Feminino: desperte a riqueza que há em você - Andréa Villas Boas (Resenha)

Inicialmente, parece se tratar de um livro sobre finanças, mas creio que não seja bem sobre isso - ou não apenas. Com um vocabulário acessível sem deixar de ser uma leitura rica, Valor Feminino aborda todos os aspectos psicológicos que normalmente envolvem a vida de uma mulher - trabalho, carreira, relacionamentos - e mostra como as exigências sociais e mesmo as predisposições do gênero feminino tendem a lidar com as adversidades. Aborda a questão do investimento, do dinheiro: Porque ter medo de lidar com grana? A autora ressalta que as mulheres não são melhores nem piores que os homens no aspecto financeiro; são simplesmente diferentes. As mulheres tem características evolutivas que podem lhes auxiliar nas relações interpessoais, e, se bem aplicadas e desenvolvidas, nas relações de trabalho e investimento também. É uma obra embasada em pesquisas que traçam o perfil econômico de mulheres de todo o Brasil - mulheres de diferentes classes sociais, etnias, opções sexuais, faixas etárias, de diferentes regiões -, avaliando quais seriam as atitudes ideais a se tomar para uma maior participação feminina no mercado financeiro. Considero uma leitura muito útil não somente às mulheres mas também a todos aqueles que queiram sentir-se mais seguros no quesito finanças. Minha única crítica é: Apesar do currículo fenomenal da autora, o livro deixa escapulir algumas referências vagas, o que pode ser corrigido em próximas edições.

Nota de 0 a 10: 9.

8 de janeiro de 2016

Eu Odeio Gente (Resenha)

Odeio Gente ! - Livre-se Dos Idiotas do Local de Trabalho e Faça de Seu Emprego...Algo inédito na história desse blog: trago duas resenhas de livros seguidas para vocês, estimadas e estimados blogueiros.



A resenha anterior se tratava de um livro que ensinava um caminho para que a pessoa se livre das próprias barreiras cognitivas e intelectuais e mesmo das barreiras que a sociedade nos impõe rumo à superação e ao sucesso.

A resenha de hoje também vai por esse caminho, mas com um toque a mais de malícia.

Eu odeio gente! (originalmente I hate people!) dos autores norte-americanos Jonathan Littman e Marc Hershon não é necessariamente - apesar do que o título pode sugerir - um guia da misantropia desenfreada ou do ódio cego à humanidade. Na verdade, a obra tem o intuito de ensinar o leitor a lidar com os empecilhos que normalmente surgem no convívio do ambiente de trabalho; mais especificamente, pode-se dizer que é um manual de sobrevivência em ambiente corporativo.

Para tanto, os autores esclarecem que os desgastes do convívio cotidiano com colegas de trabalho podem trazer à carreira de alguém que tenha o mínimo de vontade de ascender profissionalmente podem ser muito, mas muito prejudiciais à carreira - desde ganhar má-fama decorrente de fofocas até o isolamento completo, ou mesmo uma demissão injusta ou não reconhecimento profissional.

Assim, os autores ilustram alegoricamente os típicos perfis de pessoas com quem lidamos cotidianamente no trabalho - o puxa-saco, o negativo, o invejoso, entre outros - ensinando como identificá-los, como evitar atrito e, por vezes, como confrontá-los - isso tudo sem comprometer o convívio e a própria carreira.

É uma obra muito perspicaz que, ao meu ver, é indicado não apenas para quem quer evitar atrito no ambiente de trabalho (embora seja esse o enfoque) como também em qualquer coisa que envolva amplo relacionamento humano. Como a própria contracapa diz, ao ler esse livro "esqueça tudo o que você ouviu falar sobre convivência no mundo corporativo".

5 de janeiro de 2016

Como Vencer Quando Você Não É o Favorito (Resenha)

A obra "Como vencer quando você não é o favorito" é um livro do gênero autoajuda da autoria de Rubens Teixeira. Com um vocabulário simples e acessível, o autor nos convida a rever os nossos pontos fortes e fracos e a superar barreiras que, geralmente, nós mesmos nos colocamos. Justamente como sugere o título, a ideia do livro é estimular as pessoas que não são tão favorecidas em aspectos financeiros e/ou sociais a superar as barreiras que a sociedade lhes impõe rumo ao sucesso, ao demonstrar que as dificuldades não são tão invencíveis quanto nos parecem e sim são contornáveis mediante o esforço individual. Assim, o autor indica sete "passos" pelos quais a pessoa deve percorrer para dar o melhor de si e alcançar seus objetivos: dedicação, bons relacionamentos, otimismo, perfeição, credibilidade, estratégia e administração dos resultados. Por vezes o autor é enfático nas suas recomendações - o que o faz parecer repetitivo, e um ponto negativo são os diversos apelos emocionais e religiosos que por vezes são totalmente desconexos com o contexto. De um modo geral, pode-se dizer que é uma obra de leitura rápida e fácil e indicavel para quem busca um estímulo a mais na sua carreira.
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