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1 de março de 2017

Coisas portuguesas



Aqui estamos de volta para mais um guest post do autor do Escritalhada...

Portugal, o país onde se vive de tradições e fixações que se entranham até ao tutano. É aquele pais onde os seus habitantes (maior parte) só quer ouvir música popular ideal para torturas. A sério, os Americanos podiam aproveitá-las para pôr durante horas nas celas dos inimigos da Segurança Nacional, teriam revelações garantidas. Podem ir ao Youtube.

E o futebol, esse rei das discussões de café às picardias entre colegas de trabalho, aquele desporto que tira umas horas de vida de insanidade e tempo de antena, qual fosse o único desporto à face da Terra. Só se quer saber dos protagonistas, das intrigas pela primeira liga. Cada um quer ter razão em relação à arbitragem, da qual prejudica o seu clube e beneficia os rivais mas o que interessa é que tudo corra de feição. Estamos a falar do país que parou uns dias por ter ganho o Europeu.

Não vamos esquecer da religião, da Católica é melhor, porque parece que não há outra num país completamente tolerante religioso. O que mais interessa é Fátima e as Aparições e claro, lucrar com isso, até porque o mais importante é o lucro do que a fé. É aquele país onde os bispos são tão importantes que podem opinar o que quiserem na TV.

Herdámos dos brasileiros o hábito das novelas, a companhia perfeita para senhoras reformadas à noite para viverem “histórias” enfadonhas de centenas de episódios inusitados.

Há tanto para absorver deste país, mas só viver uns meses e vocês brasileiros não queriam outra coisa além do ar tuga. Somos um povo estranho é certo mas não há nada como este paraíso à beira mar plantado.

Como adoro este país... The Best!!


PS: Não se esqueçam de ver o novo guest post da Ana aqui


24 de fevereiro de 2017

Ambição


Muito embora eu quisesse usar todos os dias, Channel tem um custo. Pois eu espero que a minha ascensão profissional e financeira seja tão grande quanto a minha ambição. Eu queria ser a mulher maravilha, poderosa, rica, no topo do mundo. Comprar o corpo que eu quero. Negociar com deus os meus anos de vida, e até mesmo umas férias no inferno. Atravessar o mundo em minutos. Não ter que me preocupar com mensagens não respondidas. Ah, como eu quero ir para o outro nível...

9 de fevereiro de 2017

Eu só queria uma música (Episódio II)


Não é que eu realmente tenha algo concreto a vos contar ou que realmente isso se trata de uma postagem em série como nos blogs convencionais. É que eu gosto muito de música. Demais. Quando trabalho, quando estudo, quando dirijo, tomo banho, como, durmo, quando faço tudo eu ouço música, ou quando não é possível eu sempre tenho uma música na cabeça, como se fosse a música de fundo da cena cotidiana em questão. E dependendo da música eu fico refletindo sobre qual seria a mensagem que o compositor queria passar, o que ele estaria vivenciando no momento em que compôs, e não raro me pego tentando encaixar a música em algum momento da vida, prévio ou futuro. Mesmo que seja um trash metal com vocal gutural pesadíssimo e ininteligível; mesmo que seja música pop comercial ordinária; mesmo que seja uma composição clássica pouco conhecida e integralmente instrumental. Mesmo que seja em inglês, espanhol, francês, italiano, húngaro, lituano, russo, guarani ou mesmo português (contanto que a música me prenda, esteja eu compreendendo o que é cantado ou não). Às vezes eu me pego imaginando ou tentando encontrar uma música que se encaixasse no momento presente, nem que esse momento presente tão trivial quanto encontrar alguém conhecido na rua...
Não tinha nada a acrescentar de qualquer forma, mas fica aqui a minha sugestão de música - que por acaso eu já consegui "encaixar" em diversas situações da vida. Oh, Darling - The Beatles. Me sugira uma música também =)

6 de fevereiro de 2017

Paranoia

Você já se sentiu exposto? Já sentiu que alguém pode estar investigando a sua vida nas mínimas palavras que você declara na Internet? Estamos te observando. Não, isso é bobagem. Seria o mesmo que dizem que o seu vizinho está querendo saber da sua vida, anotando seus horários e mexendo no seu lixo. Isso seria absurdo. Ou não? Porque alguém iria querer saber da vida do outro? Pois é. Porque as pessoas fofocam, fazem intriguinhas e todas essas maldades? Cuidado. Alguém pode estar te assistindo de camarote e você nem perceber. Pode estar calculando todos os seus passos. Mas se você não quer ser visto, se interne numa caixinha de metal. Ninguém é onisciente, nesse mundo cada um cuida da sua vida. Talvez. Ou então existe algo maior do que Deus, rindo do nosso miserável destino? Os seres humanos são bons, são justos. Na verdade eles são trogloditas egoístas. Não! Não são. Já cansei de me mandarem procurar um psicólogo. Mas porque eu devo pagar alguém para ouvir minhas maluquices? Daqui a pouco eu esqueço tudo. Mas outra hora tudo vem a tona de nova. Não, não, não. Sim... Tudo vai ficar bem, o mundo é lindo. Pensando bem, não é não.

30 de janeiro de 2017

Desventuras em Série - Lemony Snicket (Resenha)

Desventuras em série é uma colecção de treze livros que narra a desafortunada jornada de trêz irmãos, que ao perder os pais, passam a viver na beira do perigo. Escrita por Daniel Handler, sob pseudônimo de Lemony Snicket, o primeiro livro foi lançado em 1999.

VioletKlaus e Sunny Baudelaire, os três irmãos recém-órfãos, vivem literalmente uma série de desventuras, vivendo em lugares diferentes, com pessoas diferentes e até mesmo sozinhos. Para fugir do conde Olaf, o terrível vilão que quer por as mãos em sua fortuna, tendo apenas um ao outro, os irmãos descobrem amigos, inimigos, amores, mistérios, segredos e bibliotecas por onde passam, e cada um com sua habilidade e muitas vezes com a ajuda dos livros, conseguem escapar das armadilhas planeadas por conde Olaf.

É indicada para todas as idades, crianças, jovem, adultos. Por ter os três personagens principais crianças, a série é mais procurada por crianças e adolescentes. Sem a magia e ficção encontrada em Harry Potter, a série mostra como o mundo pode ser vil e perigoso (e bom também) sem apelar para a vulgaridade.

A série se tornou um filme, estreado em Dezembro de 2004, com Jim Carrey (como conde Olaf), retratando os eventos dos três primeiros livros.

23 de janeiro de 2017

Eu só queria um café



O mundo está tão cheio de livros mas grande parte deles não te estimula a sair da primeira página. Não nego que há muitos bons livros mas esses devem estar  bem escondidos atrás dos mais caros, com a melhor edição, capa mais pomposa. Os melhores não devem estar em e-book, circulando pela internet, para download em um blog. Não! Não querendo dizer que esses não sejam bons - não sei - mas eu busco algo... Diferente. Algo que não se faça com tanto esmero no século XXI. Um que não tenha vocabulário lugar-comum de best seller. Um que não tenha personagens mesquinhos mas que também não sejam perfeitos. Um que mostre não (só) os altos níveis intelectuais do autor; um que mostrasse uma brechinha da alma do mesmo. É pedir muito? Aquele livro que te prende, te vicia, te faz querer viver para ler as suas páginas antes de mais um gole de café - cadê? Aquele que marca a história, aquele que muda a sua vida. Aquele que te deixe triste quando acaba - não por o final em si ter sido ruim - mas pelo fato de ter chegado a última linha da última página e o encanto acabou. Que droga. E quando esse acaba, será que eu vou encontrar outro? Bem... Não sei se é a minha mente lunática, mas eu vou atrás de outro bom livro para ler como se fosse o último da minha vida. Mais um café, por favor.


Publicado originalmente em 15/08/2011.

20 de janeiro de 2017

Platônico



Platão morreu sem ter noção do significado que nas gerações posteriores seria atribuído ao seu nome. Eu acho que tal conceito alcançou uma dimensão mais avassaladora do que o filósofo poderia imaginar. O ideal, o perfeito, o belo... Você sabe como é isso na prática? Saiba que não é algo que com facilidade você ilustra com palavras. Pensa: você passou a infância sonhando com super-poderes e de repente você descobre que tem a habilidade de ser invisível e isso não é tão maravilhoso como parecia. De repente você descobre o ideal, o perfeito, o belo, mas não pode atingi-lo. Na sua condição de invisível, você pode somente observar com os olhos de um faminto que observa o banquete dos deuses... Você nunca vai alcançá-lo. Nunca. Jamais. Eis o fardo que você terá de carregar. E se você alcançá-lo - não, não tente alcança-lo, desista. Se você alcançá-lo ele não será mais ideal, perfeito, belo, e você descobrirá que o príncipe não é tão encantado como prometia. Ah, que droga.

Publicado originalmente em 2011.

28 de dezembro de 2016

Bom humor


Sabe, essas festas de fim de ano não interessam para mim. São apenas datas que os religiosos comemoram e eu vou no embalo para me juntar à minha família. Ademais, a passagem do ano para mim só conta quando eu efetivamente conto mais um ano de vida - e não pelo calendário tradicional. Mas tudo bem. Em vez de criticar, melhor encarar a vida com mais serenidade. Trocar o rígido senso crítico por uma rara brandura. Austeridade por doçura - parecendo até o título de algum daqueles trágicos romances da Jane Austen. Pois se não podemos mudar o mundo, o que nos resta é tirar sarro dele, divertir-se com a nossa inteligência, não sem um toque de humanismo e sensibilidade. Pois o que eu desejo a todos a quem realmente essas datas de fim de ano importa é isso: o melhor humor do mundo.
E que venha 2017. =D

26 de dezembro de 2016

Verão


Nós aqui no hemisfério Sul não temos como cultura contar a passagem do tempo pela passagem das estações, como o fazem outros países, a despeito de, ironicamente, a passagem das estações ser muito mais visível num país de céu azul e límpido como o Brasil (ao menos ainda é assim; vamos cuidar para que continue nos próximos séculos, combinado?). De qualquer forma, é certo que a passagem das estações influencia diretamente no nosso humor. O verão, por exemplo, dizem que trás o bom humor, tanto por fatores psicológicos como físicos - o clima que permite maior contato com ambientes abertos e a natureza, o que nos trás a sensação de paz e o bom humor, etc. Assim o verão, geralmente época de férias, também é uma época muito produtiva e saudável. Mesmo quando a temperatura gera a níveis alarmantes como acontece em algumas regiões, o nosso humor tende a permanecer estável e alegre. Interessante notar, pois, que a chegada verão é muito próxima da virada do ano. Parece que a natureza vem a nos instigar a termos um humor melhor no próximo ano. Vem a querer que o nosso ânimo de viver ferva assim como fervem os termômetros. Então, aos meus estimados internautas desejo boas festas e que tenhamos um verão incrível. :D

14 de dezembro de 2016

Não uso papel


]Depois de uma graduação inteira a gente vê quanto papel foi utilizado à toa. Milhares de cópias que nos mandaram imprimir e no fim não foram utilizadas, seja para simples leitura obrigatória, seja para trabalhos, para folhas pautadas, para atividades, transcrição de conteúdo parcial, et cetera. Ademais, durante a vida inteira vi gente jogando fora várias folhas de caderno por um simples erro ao escrever. Isso sem contar as dezenas de agendas que foram compradas mas nunca usadas (ou utilizadas apenas nos dois primeiros meses do ano), as dezenas de post-its que foram utilizadas mais para enfeitar e brincar do que para realmente atingir a sua finalidade, as várias folhas de papel almaço que as pessoas pegam direto da impressora sob o pretexto de ser usada para rasuras e no final não são utilizadas nem 1/3. Para mim chega. Sempre detestei imprimir de qualquer forma, e nos últimos tempos venho transitando de anotações em pequenos papeis para anotações em meio digital, e o mesmo tenho feito para estudar e escrever. Sem tanto papel a gente evita muita bagunça e muita poluição visual. Sem contar que isso é mil vezes mais ecologicamente correto. Menos poluição, menos bagunça, mais espaço. O mesmo eu tento fazer, ao máximo possível, com o plástico - outro ítem altamente descartável que só polui e causa entulho. Pois se dependesse de mim, nunca mais se utilizaria papel.

27 de novembro de 2016

Estrelas


Distante. Como quando eu ouvia de você, observava-te ao longe, e você nem fazia ideia da minha existência. Estamos tão próximos quanto estrelas de galáxias de universos diversos. Eu, humana, trouxa e sentimental, vulnerável e mortal; você, viajando a mil anos-luz, entre a poeira estrelar que segue o impulso das últimas explosões siderais, indiferente e frio. Mas eu vou parar de olhar para o céu. Estou encerrando a sua participação na minha vida, da mesma forma que a Terra já não é um planeta próximo das suas órbitas. Outro planeta, algum satélite, estrela ou universo - já não sei mais onde eu vi de relance o seu último flash, mais rápido que a luz. Acho que está ainda mais distante, mas não quero saber. O céu fechou, a chuva caiu e o meu horizonte se reduziu a um estreito círculo, onde não existe nada que eu não possa ver. E com efeito, você não existe mais.

9 de setembro de 2016

Escrevinhar



Tá muito frio aqui. Faz anos, aliás, que não vemos um inverno tão rigoroso - e deprimente, posto que além do frio chove constantemente. Minhas mãos doem. Não sei se é o movimento repetitivo cada vez mais constante ou se é o frio que deixa minhas mãos sensíveis. Realmente não sei. Não as descanso, porém; preciso de trabalho árduo, pois sinto como se a minha redação nunca fosse boa o suficiente. Nunca consigo me expressar com toda a clareza e precisão que gostaria; não encontro os termos que procuro intuitivamente, faço delongas desnecessárias, me perco nas minhas próprias palavras. Parece que eu não chego no ponto. Às vezes eu queria ser outra pessoa, ter um alter ego, só para poder fazer uma revisão crítica de mim mesma; poder enxergar as falhas e omissões que eu não vejo, e ver aquilo que poderia ser melhorado. Minha técnica é imperfeita. Faz frio, as pontas e as juntas dos meus dedos indicadores e médios doem, e eu por vezes me levanto e dou voltas pra ver se consigo encontrar a precisão terminológica, o ponto exato. Faz frio, e eu não me canso de escrevinhar.

5 de setembro de 2016

ESTE BLOG TEM OITO ANOS!




Sim, senhoras e senhores!

Depois de sobreviver às mais insanas transições da internet;

Depois de passar por diversas fases da vida de uma autora anônima na internet;

Depois de sair do ar e voltar mil e uma vezes;

Depois de ter sido colocado a venda (e ter recebido sedutoras propostas de compra);

Depois de tudo isso, Antes-de-mais-nada completa seu oitavo ano de existência cibernética, graças ao auxílio de todos vocês!

Muito obrigada por tudo!

E, antes de mais nada, avante!

20 de agosto de 2016

20 FATOS SOBRE MIM!

20  fatos sobre mim!

Pois bem, pessoas da blogsfera. Como prometido na Postagem n. 200, venho aqui trazer 20 fatos sobre mim, em homenagem à minha ducentésima postagem, a partir de perguntas escolhidas aleatoriamente.

Aqui vai:

1 - Você conhece alguma celebridade?

Celebridade no estilo hollywoodiano não, mas já conheci meia dúzia de pessoas famosas ao menos na minha cidade.

2 - Você canta/toca algum instrumento?

Na infância eu fiz aulas de flauta doce e até me saí mais ou menos, mas a flauta ficou na infância mesmo. Hoje em dia eu só canto no chuveiro.

3 - Qual é o seu chocolate favorito?

Gosto dos chocolates artesanais de Canela e Gramado, especialmente aqueles com amendoim.

4 - Você tem alguma fobia estranha?

Eu tenho medo de trânsito e medo de viajar na estrada.

5 - Pegue o livro que você esta lendo, vire a página 23, o que tem na linha 17:

WTF? Não era para ser perguntas sobre mim? Mas, bem, para ser fiel à aleatoriedade das perguntas (que pelo visto eu peguei de fontes pouco sensatas), aqui vai:

"adoecia, o que aconteceu duas ou três vezes nos últi-"

O livro que eu estou a ler - na verdade eu tenho mania de ler uns quatro ou cinco livros de uma vez, fora os livros de trabalho/estudo, sendo que esse eu escolhi simplesmente por ser o que estava mais à mão - é intitulado "Maigret no Tribunal", de Georges Simenon. A obra não é muito boa, mas posso fazer resenha em postagem futura.

6 - Quanto tempo você demora par ficar pronta de manhã?

De manhã, se eu for seguir a minha rotina ordinária, eu devo demorar uns 15 minutos. Se eu tiver algum evento especial que mereça um look mais aprumado eu devo levar entre 30 a 40 minutos, como qualquer pessoa.

7 - Qual é o som que você odeia? Som que você ama?

Hoje em dia eu tento me manter aberta a novos estilos, evitando fazer julgamentos MAS se tem um estilo que eu simplesmente não consigo engolir é o sertanejo - e olha que eu já tentei! Já fui para baladas sertanejas e não consegui, nem bebendo, nem com boas companhias, nem com muito fingimento entrar "na onda da música".

E quanto às músicas/estilo que eu gosto, bem, vejamos: Eu já fui muito metaleira, mas hoje o que eu tenho apreciado mais é música pop.

8 - Qual a música que sempre faz você se sentir feliz quando ouve?

Difícil dizer. Existem centenas de milhões de músicas que vem nos momentos mais aleatórios da nossa vida - isso sem contar o fato de que algo que pode ser felicidade para mim pode ter um sentido totalmente diferente para as outras pessoas.

Então, já que eu me comprometi a me ater às perguntas, uma música que me satisfaz muito, num sentido similar ao da felicidade, quando eu escuto, é Mater Piece de Jessie J.

9 - A "loucura" traz mais criatividade?

Pergunta interessante! Também não tem muita relação com "fatos sobre mim", mas ao menos eu percebo que já fiz postagens sobre esses temas aqui (Brainstorming, Loucura, Obsessão), mas sim, eu acho que a loucura, entendida como a fuga do óbvio e da estrita normalidade, amplia os limites da nossa mente, nos permitindo ver as coisas que de maneira convencional seria impossível. A loucura como busca da criatividade trás até mais felicidade. Aliás, recomendo fortemente a leitura de "Elogio da Loucura", de Erasmo de Roterdã, que li recentemente.

10 - Qual foi a coisa mais louca que você já fez por dinheiro?

Trabalhei muito e economizei. Olha que "loucura".

11 - Qual é a sua rede social favorita?

Não gosto de redes sociais, uso apenas por necessidade de comunicação mesmo. Mas ao meu ver as mais tragáveis, por assim dizer, são o instagram e o twitter.

12 - Três coisas que na sua opinião todo mundo deveria saber.

Parece simples mas a pergunta é complexa. Muito relativo, na verdade, como qualquer pergunta. Mas acho que o essencial para se saber na vida em sociedade, ou mesmo individualmente, é: Respeito, higiene e educação, no sentido amplo.

13 - Quais as vantagens e desvantagens de quando se está solteiro? E de quando se está namorando?

Vantagem de estar namorando? Acho que é ter alguém fixo para tr...

Vantagem de estar solteira? T-O-D-A-S ♥ =D Mas se vocês fizerem questão eu vou listar algumas:

I - Poder conversar com definitivamente quem você quiser sem precisar ficar dando explicações;

II - Fazer o que você quiser, na hora que você quiser, do jeito que você quiser e isso SE você quiser;

III - Conhecer vários pretendentes;

IV - Poder trabalhar mais e estudar mais e guardar mais dinheiro só pra você;

V - E a melhor de todas: Não ter que ficar fazendo a social em casa de famílias alheias, o que inclui a dispensa de se submeter a brincadeirinhas imbecis, neuras de sogras, etiquetas mesquinhas, et cetera et cetera et cetera.

14 - Qual a coisa mais próxima de você que é vermelha?

Novamente não vejo a lógica na pergunta, mas como eu optei por perguntas aleatórias, me sinto obrigada a responder.

A coisa mais próxima de mim que é vermelha é um batom novinho, que eu ainda não usei e veio com milhares de promessas de "efeito glam" e "fundo dourado" que eu espero que seja assim tão eficaz quando eu for para a balada.

15 - Como foi seu último sonho?

HORRÍVEL. Eu sonhei que eu estava em uma competição de corrida em que eu estava perdendo, e na medida em que eu perdia me era tirado o oxigênio.

Nunca foi tão bom acordar.

16 - Qual foi a última mentira que você contou?

"Sinto muito".

17 - Qual foi o último filme que você viu?

"As bicicletas de Belleville", que eu futuramente farei uma resenha aqui neste espaço virtual.

18 - Diga a primeira coisa que vem à mente quando você ouve a palavra "coração":

Músculo estriado cardíaco.

19 - Com o que você não pode sair de casa sem?

Não ficou claro se a pergunta é COM ou SEM, mas, de qualquer forma, não posso sair de casa sem roupa, pois se eu fizer isso eu serei presa.

20 - Qual a sua relação com a última pessoa que te mandou mensagem?

A minha relação com a TIM é saudável, obrigada.

Era o que tinha para hoje, gentes. Agora, para dar continuidade, me conte três fatos sobre você. =D

16 de agosto de 2016

Socializar


Às vezes eu me canso e acabo me rendendo àquele típico descaso do último ano da graduação, de que os professores tanto se queixam. As reclamações e sermões se perdem nos ecos, e eu não capto mais... Sempre me dediquei mas agora é uma questão mais de desgaste psicológico do que de descaso. Porque depois de cinco anos você se cansa e não vê a hora de que chegue aquele rito solene de saída da universidade chamado colação de grau... E, por outro lado, eu sinto falta dos amigos que perderam o interesse em mim. Sinto falta de virar a noite dançando e bebendo e tendo doses de coragem que de outra forma não viriam. Sinto falta dessa sociabilidade tênue mas divertida que, talvez por culpa minha, eu perdi. Nunca fui a pessoa mais carismática e sociável mas ao menos com a graduação eu consegui convencer muito bem, convenci quase a mim mesma, e... E agora parece que eu perdi a prática. Tudo bem. De qualquer forma eu não estou em um bom momento para desviar o foco desse batalhão de requisitos finais (que barra!). Não tenho certeza sobre o que acontece depois de formada. As certezas vão até a colação, como a visão limitada à uma luz artificial numa estrada à noite. Mas tudo bem; é o que me cabe por hora. Em breve eu quero voltar a sair todas as noites, enquanto a companhia e o dinheiro durarem, e enquanto as perspectivas de futuro e de obrigações não forem mais pesadas. Em breve.

12 de agosto de 2016

Vaidade



Homens podem ser escolhidos como cartas em um leque de baralho quando você sabe usar a estética em seu favor (e talvez a recíproca seja verdadeira). Mas eu ainda não cheguei a esse ponto - não por aparência mas por um resquício de senso moral que me compele a respeitar as pessoas em sua essência. E quanto à minha própria essência, eu tento exteriorizá-la da melhor forma possível, tanto é que às vezes eu me sinto obcecada por manter, sempre, a melhor aparência possível e impecável, ainda que de maneira simples. A natureza me foi muito favorável, o que me permite dispensar, ao menos por hora, toda a química e tratamento estético que outros se utilizam com frequência, mas de qualquer forma eu não dispenso meus cuidados, dos mais fundamentais à saúde, como alimentação balanceada e exercícios físicos, aos mais triviais, como roupas, unhas, maquiagem, acessórios. Beleza não é uma imposição, não é uma opressão. Beleza é status, é saúde, é poder. Mesmo se você já tiver mais idade: beleza é vaidade, e vaidade é amor-próprio, e amor-próprio é equilíbrio, é segurança. Acho que até os homens deveriam apostar mais na aparência, até porque para eles é tão mais simples. Vaidade é o conhecimento da medida de si, exteriormente e interiormente, e a valorização de si mesma é tudo.

30 de julho de 2016

Wall Street Boy



Eu não gosto de admitir fraquezas. Gosto de fingir indiferença, e simular sentimentalmente o frio do inverno gaúcho. Mas devo admitir que eu senti a sua falta. E muito. Você se despediu de mim e eu também; não disse uma palavra mais. Mas no fundo, lamentei. Com você foi poesia desde o primeiro instante; foi metafísica, dialética, religião e política internacional. Você sempre com mil e um negócios para resolver; sempre tão prático, tão disposto a aproveitar qualquer minuto pra ganhar dinheiro. E eu, tão perdida. Eu admirei a sua visão de mundo, independente, audaz, no ritmo acelerado de capital, ao mesmo tempo que conseguia ser complacente com os meus medos. E tudo isso associado àquela primeira visão que eu tive de você, de terno e gravata, fez minha mente divagar, imaginando você como um daqueles homens tão ocupados e tão apressados que figuram nos filmes americanos de Wall Street - nunca estive nos Estados Unidos mas você fez minha mente ir até lá, como eu já lhe contei certa vez. Até porque realmente me pareceu cinematográfico de tão irreal, em certos momentos. Tão inteligente, atraente - até o fato de você fumar me parecia intrigante, mas... Mas entre nós existe uma distância grande, e você, como sempre prático, entendeu por bem se despedir. E foi o fim. Incrível enquanto durou, mas acabou; sem dores, sem pranto, mas com o baque seco de uma história que acaba, como quando a gente acorda de um sonho bonito e não consegue se dar conta de que não era realidade. Segui minha vida, tentando ser tão prática, mas não consigo evitar momentos de digressão. Você está longe mas às vezes minha mente está com você. Ever since I was kissed by the sun.

22 de julho de 2016

TPM



Data marcada pra ter uma vontade quase incontrolável de esfaquear os inimigos.

Além de pensar NELE:




18 de julho de 2016

Outra postagem sem título



Is all that we see or seem
But a dream within a dream?
(Edgar Allan Poe)

Já fazem cinco dias que eu não carrego meu celular e a bateria ainda está em 60%. Já quase esqueci como se fazem ligações; também não me lembro muito bem das senhas dos meus e-mails e de todas as parafernálias que o mundo digital exige. Tenho me dedicado muito. Tenho medo, e isso tira meu sono. E quando eu durmo eu sonho com as histórias dos livros que leio para me distrair, para esquecer a irrealidade da vida; sonho com pessoas que não existem, quiçá para esquecer a mediocridade das pessoas que existem. Sonho com sonhos que não são meus, mas que são mais realistas e tangíveis do que esse medo que me amortece. Pretendo, sim, voltar a atuar dentro dos parâmetros humanos de sociabilidade, mas por hora preciso, primeiramente, parar de divagar por sonhos lúcidos, onde não há nada a constar.

15 de julho de 2016

Cansada




Queria poder me deitar um pouco, encostar a cabeça no travesseiro e relaxar. Ler ou assistir qualquer coisa boa o suficiente para me tirar virtualmente daqui. Queria ao menos poder aliviar dos meus músculos essa sensação de fraqueza, de que me faltam as forças... Mas eu tenho tanto a fazer, tanto, mas tanto, que a mera perspectiva de parar por um instante parece um crime. E eu só queria um café.
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