21 de julho de 2016

Orgulho


Não vou olhar para trás, mesmo que eu morra de vontade.

Não vou ligar, mesmo que eu morra de saudade. Não vou, jamais, dar o braço a torcer, mesmo que eu admita a fraqueza.

Não vou me permitir nem sequer pensar, por mais que...

... por mais que eu tome todas as medidas admissíveis para afastar você da minha mente sejam, por fim, ineficazes.

Apaguei tudo que me ligava a você como se isso pudesse apagar o tempo.

E vou me dedicar a mim, como se eu não fosse fazer tudo de novo. Como se eu tivesse aprendido com minhas falhas.

E vou sair e procurar outro (fácil de encontrar, por sinal), sabendo, inconscientemente, que no fundo eu estou procurando você de novo.

Por mais que eu jamais admita.

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