27 de junho de 2010

Robin Hood

Cara, se eu fosse rapaz, a essa altura eu estaria louco para me alistar no exercito;  estaria sonhando em perder a vida numa possível Terceira Guerra Mundial, rs. Mas eu não sou, e sei bem que se eu fosse um "soldado" meu serviço seria recolher destroços em cenários de catástrofes. De qualquer forma, eu só sei que eu adoro tudo que for relacionado com guerras. Quando eu era criança eu brincava de ser "Viking", e desde que eu tinha 12 anos eu leio sobre a Segunda Guerra Mundial, tanto que quando ela caiu na prova a minha nota foi a maior da classe (SORRY). A Segunda Guerra é a minha favorita, mas, ultimamente eu tenho me interessado bastante por medievais, que são as melhores. Ontem eu fui ver um filme e escolhi ao acaso "Robin Hood". Não me arrependi da escolha; é um filme medieval, que retrata a história de um bravo herói que não se sabe se existiu ou não. Recomendo. Também gosto de ler, e, se você gostar do género também, recomendo ler qualquer obra de Bernard Cornwell, que é o mestre em literatura de guerras medievais. Esses filmes medievais muitas vezes veem de livros, que bem podem ser lidos, como o famoso "Senhor dos Aneis" (é fictício e envolve muito a mitologia da antiga Inglaterra, assim como "Cronicas de Nárnia"), também tem "O Gladiador", se eu não me engano, "Tróia", e outros que eu não conheço ainda. De qualquer forma, se não houver livros, eu fico com os filmes; pode crer que vale mais a pena perder tempo vendo um bando de homem lutando do que vendo um bando de homem correndo atrás de uma bola.

20 de junho de 2010

Sobre o que atualizar?

Eis uma bela desvantagem em se ter um blog próprio: chega uma hora que você não tem mais ideia do que escrever. Normalmente você acompanha o momento e fala a respeito, já fiz muito isso, mas eu não to com o menor ânimo pra falar de Copa do Mundo - sem contar que eu to muito por fora. Nessas horas eu acabo sempre pensando no pior; passar o blog adiante, deletá-lo, ou simplesmente abandona-lo, deixando ele empoeirar - eu já fiquei mais de um mês sem atualizar. Mas assim também não dá... E o que me resta fazer? Copiar algum texto ou poema de qualquer um e postar? Já fiz isso, mas deixa o blog meio lugar-comum demais. E aí? Já pensei em abrir o blog para a outras pessoas atualizarem, mas ninguém escreve como eu, nem do jeito que eu aprovo pro meu blog, e, eu sei que assim eu to sendo chata, mas eu não criei um blog pra deixar que ele vire a casa da mãe Joana - prefiro "suicídio" a isso. E aí? E aí... sei lá. Recomenda um livro, um filme, um artista, faz uma crítica a qualquer coisa, cria uma história e publica em série (I, II, III) - isso quando tiver inspiração e criatividade suficiente; quando a oficina estiver vazia, fale a respeito do eco dentro dela.

8 de junho de 2010

Orgulho sul-africano

Esses dias eu acabei descobrindo uma coisa que eu nunca tinha pensado a respeito antes, e isso justamente por causa da Copa do Mundo. Ao folhear umas revistas, dessas fúteis de famosidades no salão, eu vi uma foto com três modelos, as três brancas, lindas e loiras, e uma legenda que dizia algo na linha de: Uma modelo brasileira, uma australiana e uma sul-africana. Não, para tudo: Sul-africana? Desculpe a minha ignorância, caso você já estava ciente disso; mas para mim até então a África do Sul era um país onde só tinha neguinho passando fome, calor e pobreza. Eu nem tinha pensado no nome da cidade "Joanesburgo", que é europeu de mais, e nem sabia que J. R. R. Tolkien, o autor de O Senhor Dos Anéis, também branco, era sul-africano, e nem sabia absolutamente nada sobre país que agora cedia a Copa.
Mas também não me interessa saber sobre um país lá em outro continente que sofre o mesmo senso comum desprezível que o país que eu vivo. Muitos estrangeiros acham que no Brasil acontece a mesma coisa; um país cuja população é formada inteiramente por negros ou mestiços. Mas é claro que isso não é verdade. Dizem que no Norte ainda existem tribos indígenas completamente isoladas, no Nordeste uma grande maioria negra e no Sul, em algumas cidades do interior você vê só gente branca. Mas tem gente que jura que todo brasileiro é mestiço. Sim, uma boa parte da população o é, um 40 por cento, digamos. Mas ta bem distribuído, não? (Se tiver duvidas, olha no site do IBGE). Mas saindo dessa questão racial que é um grande ponto de discussão: também temos a vulgaridade sempre atribuída a imagem nacional. Graças ao Carnaval, ao funk carioca, ao "Jeitinho Brasileiro"; graças aos próprios brasileiros que querem vida fácil e ainda se acham no direito de reclamar quando um americano vem com uma ideia dessas.
Aliás, esses americanos... Eles influenciam muito o nosso país ao mesmo tempo que divulgam a nossa má fama - que parece que, graças a Deus, está mudando (pra melhor). De qualquer forma, eu ainda mantenho uma (leve) esperança nesse país, e é bom conhecer países sem sair da cadeira e sem usar o Google Earth, e é bom ler as revistas (as decentes) para se manter atualizado, e é bom mudar seus conceitos.

6 de junho de 2010

A arte de amor

Esses dias eu me peguei imaginando como seria o amor se ele fosse uma obra de arte. Talvez fosse uma tela abstrata onde cada ser racional veria algo diferente, não? Deve ser uma obra perfeita para um romântico, e uma tela em branco para um psicopata. Para mim seria uma imagem muito cabulosa, um cenário distorcido, querendo ganhar forma, pintado em vermelho. Vou tentar imaginar: Num canto o que parece ser um sol meio sedentário, pode ser também um buraco negro do inferno; ao fundo, o que parece ser duas colinas no fim do mundo e uma chuva muito densa pode ser um pântano em forma de labirinto sem fim e dois barcos se aproximando. Eu também veria uma silhueta humana, provavelmente masculina, quem sabe um semi-deus se exibindo para as mortais, ou talvez um demonio com o mesmo poder se sedução... E o autor, quem seria? Vamos tentar traçar seu perfil: arruaceiro, egocentrista, desprezível e esnobe - o Cupido - que pintou com lágrimas e sangue (não me pergunte de quem) e, em vez de assinar, deu uma lambida na sua mórbida obra... Esqueça o que acabou de ler. E você, o que veria?
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